quinta-feira, 11 de maio de 2017

O nascer do Planeta Terra..

 0 Elo Perdido III...em 

                       O nascer do

      Planeta  Terra.
 

  ...A história da  Humanidade ...
...primeiramente Deus...


                        Quando os conceitos teocráticos em forma mística de realidade e ficção se fundem ás histórias da elite e aos contos da plebe criam nesta fecundação os ditames básicos do teologismo e estes são implacavelmente arregimentados pelo dogmatismo imutável e categórico na pretensão de reger os destinos da humanidade, nesta opção, obviamente, subestimam os aspectos subjetivos criando um choque irreversível e dinâmico entre realidade e ficção fazendo florescer o positivismo divergindo do estado metafísico.
                                                                               .(Gunther 2019).
       
  Edição –2022 –
 

INTROSPECTIVA.

                   A Pré-História é a grande etapa que se iniciou com o aparecimento do homem aproximadamente 530 milhões de anos A.C, somente foi suscitado a criação da escrita por volta de 4.000 anos A.C., mas a evolução veio mil anos depois, isto é por volta de 3.000 anos A.C., o que possibilitou a reconstrução sistemática da história e o Velho Testamento começou a ser escrito.
                   O novo Testamento começou a ser anotado desde ”A.D” no domínio romano e continuadamente a partir da morte de Jesus tendo sido finalmente editado e fartamente conhecido a partir do atual calendário D.C..
                           Nos tempos em que fora manualmente escrito, o Velho Testamento, o cepticismo do povo era enorme, a sua maioria originava-se de hordas bárbaras e pensavam que Deus fizera um só único mundo, o nosso planeta Terra, e este era plano e fixo revolvendo-se sobre o seu eixo, mas ficava pendurado no espaço sem nada que o segurasse e isto amedrontava até os mais sábios que temiam uma queda a qualquer momento no vácuo dos insondáveis abismos do além. Muitos acreditavam que a terra era sustentada no espaço por uma enorme tartaruga.   Achavam que as estrelas eram pequenos orifícios em um grande manto que os cobria e por eles passavam suas luzes piscando, e que o sol e a lua giravam em torno da terra. E que muito além no espaço, por traz do manto existia um lugar misterioso e muito bonito que seria a morada de Deus.
                 E dentro   destas  prerrogativas a humanidade foi acumulando conhecimentos e  aperfeiçoando seus aprendizados, passou a utilizar e a produzir o fogo, desenvolveu formas de expressão oral; criou a agricultura tornando-se sedentário.

Eis ai a questão.....
   
   ...Ser Cristão ou Muçulmano?
     ...Esta é a questão: Jesus ou Maomé?
                  ou...?
“Porque buscai a tantos outros quando há só UM a ser encontrado?... Porque almejam salvação em quem não pode vos ajudar?... Porque adorais as coisas mortas e sem vida como as "imagens ou as esculturas?" . Busque ao que te procura... EU estou sempre perto de ti... ME ame como EU vos amo...             
                          * 
           “finalidade deste livro é colocar as mensagens bíblicas de ontem no entendimento de hoje sem alterar o sentido de sua originalidade e alertar a humanidade para um  já existente e grave surto pandêmico acostado a uma silenciosa e espoliativa guerra religiosa, da qual devemos nos abster  aceitando  as advertências  e  acatando as elocuções inseridas no pronunciamento do Criador e ainda obstinadamente seguirmos o caminho da Luz que nos levará ao PAI”.  (Gunther-2005/2022).
                     
                               
Eternidade...

                         “É a busca do  passado adicionado  ao     presente     somado na forma intrínseca do futuro, o outro lado da vida, a ausência total do tempo”.

 Amor...

                          “É renegar a si mesmo em beneficio de outrem”.

 Luxuria...
                 “Ai de ti. raça humana que permites a lascívia e a luxuria para lhes  garantir a tranquilidade e a paz”.

Fé...
                        “É o desejo e a convicção de fazer algo impossível e conseguir fazê-lo”.


PROFECIAS...
O Profeta Amós denunciou as injustiças sociais:
--Vocês vendem o homem justo por dinheiro e o indigente por um par de sandálias;
--Vocês esmagam os fracos e enganam os pobres;
--Vocês transformam o direito em veneno e derrubam a justiça;
                                                       *                                    
O Profeta Isaias fala do poder e da gloria do Messias, que há de vir para salvar o seu povo:
“Porque um menino nascerá; um filho nos será dado; o seu império será grande e a paz será sem fim sobre o trono de Davi, e, em seu reino”.
                                                       *
LAMENTAÇÕES... Mensagens pela voz interna:

Acautelai-vos... Observai-vos... Eis que... “Os jovens de hoje dificilmente verão o amanhã dos idosos”. Wdgh

                                                        *
“Meu Deus que meu corpo sinta a fome, que a minha alma se sinta irada, mas que jamais se rebele agressiva e mortalmente contra meu semelhante, eu sou filho da Luz e a Luz é mansa e pacifica como o Pai o É”. Wdgh

                                                          *
Lembra-te “Que se te deitares hoje e acordares amanhã, Jesus estará contigo, mas se te deitares hoje, e não acordares amanhã, você estará com Jesus”. Wdgh

Assim foram resumidas todas as escrituras:
“Aprenda a amar e a perdoar e a porta do reino de Nosso Pai não se fechará para você”. (Wdgh-2005).

       Introdução ao tema......


                   O Universo e suas hostes.
                         Estrelas PLEIADES.
         Apenas sete estrelas podem ser vistas a noite a olho nu, mas as Plêiades são um grupo uniforme de mais de 500 parceiras, ou uma jovem nebulosa nascitura formada de estrelas e sóis, que viajam agrupadas como a um bando de pássaros sempre no sentido sudeste.
                  Jó. - 38: 31-33-“Podes, tu, captar a suave influencia das Plêiades ou afrouxar os atilhos do Orion? Podes atrair as constelações de Mazzroth a tempo, ou guiar Arcturus (Ursa) com seus filhos? Conheces as ordenanças dos Céus? Podes determinar o seu domínio sobre Terra?”.                                                    
Estas assertivas foram ciadas e escritas pelo profeta Jó a dois mil e quinhentos anos atrás, e já relatava as belezas das Plêiades e as aventuras Arcturus como o “monstrengo fujão” é o maior Sol já encontrado no Universo e possui ao que tudo indica milhares de vezes a massa do nosso sol... Descoberta esta só recentemente confirmada. O que nos da certeza que a Bíblia é também um livro cientifico.
Antologia
                   No decorrer dos capítulos tentaremos demonstrar de uma maneira simples a nossa própria história dentro de uma fascinante aventura na companhia do Senhor Deus o Arquiteto do Universo.
                   Nas batalhas entre a ciência física e a ciência espiritual permanece como entrave o dogma da criação.
                   No livro Universal ou a Bíblia ensaiamos os primeiros passos na introdução deste grande mistério, pois necessário é o aprendizado primário.
                   Quando o Centurião romano Nicodemos perguntou a Jesus: “Mestre me fale das coisas celestiais”.  Cristo respondeu: “De que vos adianta falar das coisas celestiais se nem das terrestres vos entendeis”. Estava decretada a nossa primeira lição, entravamos no ABC do aprendizado da condução espiritual. Precisávamos de ensinamentos a altura da nossa compreensão. Estamos nos preparando e aprendendo cada vez mais, mas chegara o dia em que a ciência física não terá mais razão para existir, e, então, continuaremos a aprender na ciência da Graça Eterna.                   
                  Esta historia “Genesis 1-As origens do mundo e da humanidade”É interpretada à luz da bíblia (ciência espiritual) dentro dos moldes antigos assimilados aos conhecimentos daqueles povos á altura de suas compreensões é atualmente interpretada e reescrita dentro de uma terminologia mais avançada com base no entendimento cultural dos povos atuais (ciência física + espiritual). Observe-se que os dados não se chocam, mas sim se coadunam entre si, a exemplo: “Deus criou o homem do barro” a interpretação atual é que“O homem é composto de minerais, água e sal”. Obviamente estes compostos são originados da terra. (barro). Não é intencional qualquer comparação análoga que surtam efeitos contraditórios ou colaterais, desta forma os elementos tratados se acomodam (minerais+água+sal+terra=barro).
                 Deus ordenou a Adão e Eva que se conhecessem e procriassem, portanto não existe o Pecado e não tem origem nesta suposição que tem servido de base fundamental aos ortodoxos que não culpam a serpente e sim a desobediência do casal. No episodio seguinte após Caim ter matado Abel, os historiadores antigos deixaram gravados em Genesis que: Caim se retirou para terras de outros povos de Nod a leste de Éden”. Caim conheceu sua mulher, que concebeu e deu a luz a Enoc... O que deixa bem claro que Adão, Eva, Caim e Abel não foram os únicos seres humanos originados e criados por Deus.

Assim...

Este livro teve inicio em 2005 sob o Titulo “O Elo Perdido II”, publicado na Internet, e modificado sob a inspiração de palavras ditadas em meu coração, por uma voz interna, o Senhor do Universo me escolheu para vos levar as novas advertências a todos os povos lembrando o que escreveu:
2 Timóteo 3.16.- “Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir justiça”.
                   Entendo que a verdade milenar descritas nas parábolas e não metaforicamente, tentam disciplinar a forma metafísica da religião evitando o dogmatismo categórico que se apresenta de forma irredutível, inapelável e autoritária que tenta impor em vez de aceitar dentro do plano físico a grandiosidade espiritual e assim teremos que ultrapassar esta barreira transformando-a em uma doutrina de essências de coisas desde o inicio até a diplomação final num conjunto de simples ensinamento estudando paralelamente ambas as ciências, a física e a espiritual, e colocando-as ao alcance de todos aqueles que realmente queiram aprender. É necessário que nos disponhamos a abrir nossas mentes, e aceitá-las em nosso coração, pois só assim poderemos entender as grandiosidades da obra e da palavra do Criador, Talvez a exposição adiante venha melindrar algumas pessoas, mas a realidade é que Deus se nos está oferecendo uma única oportunidade para melhor Compreendê-lo.                  

Capitulo 01°      
Naveguemos nas memorias...

Tudo começou assim... Como em um sonho real...
                   Era uma fria madrugada de julho de 2005, eu dormia solitário em minha casa naquela pequena cidade de Porto Alegre do Norte no Estado de Mato Grosso, Brasil,e nesta nostálgica predominância me encontrei em um enorme salão e vi a um lado, um belíssimo trono de madeira trabalhado, e nele se encontrava sentado a figura de um homem e logo entendi tratar-se de Jesus que me olhava e sorria, era jovem de barba escura e meio rala, cabelos pretos e lisos a meio ombro, com alguns cachos entremeados e olhos mais para verde escuro que transferiam paz e me enchiam de uma fé inabalável. Ele nada disse simplesmente levantou-se e veio ao meu encontro e colocou sua mão direita sobre a minha cabeça e depois deste toque eu acordei.
                    Dias depois  o  sonho se repetiu e Ele tornou a tocar a minha cabeça e seus olhos diziam que eu fora escolhido para alguma tarefa que ainda não me havia sido revelado.
                  Meses se passaram e não conseguia esquecer aqueles sonhos, resoluto fui ao meu quarto, sentei-me em minha cama e conversei com Deus:
                  --Meu Pai se tem uma tarefa para mim me digas o que devo fazer e eu certamente a farei.
                  Naquele momento meu corpo novamente entrou em um coma letárgico e meu espírito foi transportado para o inicio dos tempos passando por todas as épocas e evoluções até os dias de hoje e tudo ficou registrado em minha mente... Assim quando acordei estava pronto para a tarefa e desta hora em diante uma vontade inédita escrever tomou conta de mim, e, eu sentei em minha mesa de trabalho e comecei a digitar o que fluía de dentro começando pelos pronunciamentos do Criador...

                   E assim..  Em meio a uma nostálgica dormência a minha mente criou uma visão maravilhosa, me vi dentro de um enorme salão com milhares de luzes ofuscando meus olhos com sua multicoloração, era um sonho indescritível tanta beleza junta, busque-se o melhor artista da terra e ele não saberia pintar as maravilhosas e deslumbrantes cores tal um arco Iris embalado por miríades de estrelas flutuantes, então. ouvi a sua voz dentro de mim:

                      ...De agora em diante te chamarei de Arquegônio,  que significa “o embrião”,  diga-me, qual é o jeito que gostaria que ME apresenta-se? Da maneira como já ME vistes por duas vezes quando te apareci, em seus sonhos,  como Jesus?
                   --Seria um bom começo.
                 --Assim será...EU quero que conheça a MINHA casa e veja a gloria do MEU Universo, pode me chamar de Deus, Jeová, Iahweh, Alá, ou Pai, pois EU O SOU temos muito que conversar e teremos o tempo que quiserdes para tanto, mas enquanto isto – virando-se para um lado, chamando um jovem anjo, um espírito luzente, de nome Pristo lhe ordenou:--Vá preparando-se e tire deste escolhido as vestimentas terrestres e lhes vistas as celestiais e prepare-o para sua viagem e lhe fortaleça o corpo e proteja a sua visão e o coração, mas não o toque para que assim possa melhor ver, sentir e assimilar. - e continuou:- Devo-lhe explicar que o Universo é um conjunto de tudo quanto nele existe incluindo-se o seu planeta Terra, os astros, os seres viventes, enfim toda a matéria disseminada no espaço tomada como um todo, as galáxias, as nebulosas, constelações, as hostes de estrelas e sóis, o cosmo, o microcosmo e o macrocosmo que é o universo considerado como ser  orgânico, relacionado ao ser humano. O planeta Terra foi criado compulsoriamente ao estilo de vida de seus então futuros habitantes aos quais  se lhes foram outorgados o “Livre Arbítrio” para que pudessem se auto preservar em todos os sentidos e  aspectos individuais para livremente evoluir ou regredir por conta própria primando por suas características, e assim se tornarem únicos e exclusivos responsáveis pelos seus feitos Mas, a raça humana não soube agradecer a esta oblação e, em plena decadência passaram a conspurcar as minhas obras tornando os ares  infestados de gases poluentes e as chuvas já não são mais de água pura e sim levemente acidas oriundos das chaminés das fabricas e da volatilização das lavouras saturadas de inseticidas, herbicidas e pesticidas que penetram no solo destruindo impiedosamente os microrganismos que recuperam a terra tornando-a improdutiva e a terra erroneamente explorada esta  empobrecendo e perdendo toda a sua vitalidade, é preciso alertar a humanidade a respeito da insaciabilidade de uns poucos no cultivo da monocultura e na urgência da diversificação das lavouras de consumos e do reflorestamento colocando um equilíbrio na balança da natureza evitando o extermínio e a biodegradação, e, nesta sequencia, estes mesmos beligerantes químicos estão extinguindo os veículos da polinização como as abelhas e outros insetos  e a flora se queda em declínio, na continuidade  estes venenos se  infiltram  nas águas  ribeirinhas contaminando-as e  exterminando os alevinos não permitindo a reprodução das espécies, e as águas superficiais, os  afluentes e rios e  lençóis subterrâneos estão perigosamente eivados de metais pesados, sulfatos e cloretos tornando seus mananciais cada vez mais impróprios para consumo humano. As matas estão sendo  impiedosamente expurgadas e o solo nu  fenece secando ao sol refletindo o comportamento irregular das chuvas resultando  em  desastres ecológicos associados as fendas abertas em sua crosta que expelem o magma provocados pelo segundo grande impacto e dia a dia estão a aumentar suas vasões, em razão destas assertivas o seu planeta poderá não suportar a um terceiro impacto, mas  ainda esta seguro por MINHA vontade. A tolerância chegou-se a um nível máximo, as vidas já não tem mais valores e, estão em plena decadência se auto exterminando complacentes com a lascívia e o despudor que  moram em suas próprias casas. - pausa - EU escrevi a historia da criação e da onipotência nas maravilhosas obras naturais com que os rodeie, a noite, olhe para o azul do céu e veja a beleza irradiante,  obscuros serão os olhos que não as verem e frio o coração que não se extasiar, os MEUS escolhidos a tudo gravaram no Livro Sagrado, mas aos poucos,  outros, alheios a MINHA vontade, foram acrescentando dados, trechos e históricos não verídicos maculando a legitimidade da obra, por estes motivos enviei o MEU Espírito que assumiu a Jesus ainda no útero de sua mãe e o acompanhou por toda a sua jornada para assim vos outorgar uma nova Doutrina... “A Lei do Amor e da Graça, ou o Novo Testamento”... E assim foi feito, mas, muitos não o receberam, desde então, os Pastores estão a desviar as suas ovelhas dos caminhos da luz, não sabem mais quais devem seguir se o Novo Mandamento ou o Velho Testamento, e estão a conduzir seus rebanhos pelos caminhos da improbidade e outros que não ao fim aos quais foram destinados. Muitos dirigentes de igrejas e cultos evangélicos  impiedosamente estão a sugar os parcos recursos dos menos afortunados em nome de dízimos, para estes apócrifos não haverá salvação. Desde há tempos, até recentemente, muitas Igrejas, seus papados e lideres de outras seitas se embriagaram com o vinho da fúria,  da ganância, do ouro e a violência caminhou solta derramando oceanos de sangue em guerras fratricidas e espoliativas usando indevidamente o MEU nome como senhor dos exércitos se intitulando, falsamente, de MEUS enviados, e, estes  que praticaram a exterminação em massa de pessoas inocentes de todas as idades com a finalidade de lhes tomar seus possuídos ou suas herdades e tornam-se algozes de seu próprio povo, e ainda hoje praticam estes morticínios, as pestes e doenças que tem assolado o mundo desde  seu inicio, resultante de desvarios dos próprios seres humano ainda não deixaram de existir e eis que estão ás suas portas e EU nada posso lamentavelmente fazer pois não posso e não devo romper o acordo do Livre Arbítrio o que causaria na extinção total desta sua empoeirada morada.  Por estes motivos EU o escolhi, farás uma viagem pelas avenidas estelares retornando no tempo aos primórdios da origem do nascimento de seu planeta Terra, criação dos seres vivente e sobre todo o decorrer da vida do ser humano até nos teus dias e sobre o que haverá de vir para muito em breve, quem tiver entendimento que calcule “O teu filho não verá o seu bisneto nascer”. Quando virdes no céu a imagem de uma pomba branca com as azas bem abertas saberá que é  o sinal do inicio de Meu castigo e apenas um terço de todos os seres viventes serão arrebatados como escolhidos, todavia se EU achar três décimos a mais do que um terço eu pouparei a terra. O teu espírito manterá toda a tua sensibilidade e seu intelecto estará aberto e tudo nele será gravado para o livro que irás escrever, somando-se a este o aprendizado desta viagem, assim estarás preparado para ensinardes aos teus, no seu tempo e nos tempos futuros, para que não venham a tornar em vão o sacrifício de MEU Escolhido Jesus, pois a velha Lei já passou e ela não deve ser revivida, eis que o tempo urge e breve será chegado. A humanidade tem que ser acordada para que venham a se comportar como Filhos MEUS se aprazando com as maravilhas do Universo, onde há muitas moradas para recebê-los, mas advirto-os mais uma vez: “A chave para entrada na nova morada esta nos ensinamentos de MEU Escolhido sigam-no enquanto há tempo, e acharão o caminho da Luz e ela os conduzira á porta estreita”. Agora vá a tua missão o espera....
                                                                *
Introdução...
                   “Nos viemos das estrelas...
                   “Vagando por entre milhões de galáxias na busca do segredo da eternidade o mistério da divindade criadora permanece intacto e cada vez mais distante do nosso entendimento, entretanto, buscamos longe, o que esta dentro de nós”.
                   Quando a grande explosão deu inicio a criação do nosso planeta nós já estávamos lá, apesar das sucessivas reencarnações porque passamos desde então, os traços genéticos de nossa memória não se apagaram, mas permaneceram guardados porque cada vez que ressuscitamos temos que nos apresentar ao Criador como criaturas completamente novas, por Deus e em Deus, embora os registros fossem passados por nossas novas vidas de uma para outra ainda continuam milagrosamente arquivados no fundo do nosso cérebro, é preciso buscá-los no interior de nosso consciente somente ai então, com a permissão do Pai, reviveremos todo o nosso passado desde a nossa criação. No Universo não existe o tempo terrestre e sim o tempo infinito regido pelo Calendário Cósmico no qual um minuto poderia representar mil anos no Calendário Terrestre, portanto um milhão de anos na terra representaria apenas um instante na eterna Luz. Todavia o tempo todo o Universo funciona com a incrível e perfeita precisão de um enorme relógio que não se atrasa e nem se adianta um milésimo de segundo sequer. Assim, se um astro passa em sua trajetória por um determinado ponto em nosso planeta ele tornará a passar no mesmo local, infalivelmente no mesmo dia, na mesma hora, no mesmo minuto e nos mesmos segundos, alguns anos ou muitos depois dependendo do tamanho de sua rota e este fato se repetira eternamente, ciência esta que ensina aos Astrônomos como prever as trajetórias dos fenômenos dentro da nossa galáxia
                   Na sua trajetória elíptica os astros navegam numa rota de milhões de anos luz passando sempre pelo mesmo caminho, o que nos ensina que o universo esta todo a nossa volta. Milhares de mundos dentro de outros mundos.
                                                                        §                                                                      
Da criação ao dilúvio “O Planeta terra”.
                   Fomos preparados para a viagem pelas avenidas estelares, nosso destino final seria uma galáxia distante conhecida como sistema Solar.
                 A nossa composição foi separada e agrupada em lotes distintos com toda espécies de embriões adormecidos e outros necessários à formação da matéria biológica, a vida e as bactérias estavam dentro de nos em estado de dormência, o restante como água, sal e outros aditivos seriam incorporados durante a fase da gestação e finalmente o nascimento com uma alma e isto aconteceria em algum lugar em que o Criador pretendia lançar suas sementes. Éramos e ainda somos as sementeiras do Senhor, mas apenas eu havia recebido o dom de registrar tudo para futuro conhecimento daqueles que seriam gerados. Depois de separados cada um segundo as suas espécies, fomos conduzidos e agregados a milhares de asteroides e meteoritos que seriam o nosso meio de transporte. Cada grupo teria uma missão diferente em um mundo diferente, e éramos muitos e ali estávamos à espera do comando Divino. Duas estrelas brilhantes, mas relativamente pequenas faziam parte da nossa tripulação, eram luzes vivas. Entendi que era desejo do Mestre que estes espíritos luzentes nos acompanhassem, eu me sentia protegido, um deles era Pristo, o outro eu não conseguia atinar quem poderia ser.
                   Depois de acomodados iniciamos a nossa viagem para uma galáxia bem distante, ao menos entediamos que tudo poderia ser longe e ao mesmo tempo muito perto, por que aqui o tempo que mede distancia não existe, nossa condução desenvolveria 180.000 milhas por segundo, ou a velocidade da luz, ou viajaríamos pelo meio mais rápido que é o da imaginação.  O tempo, assim como o espaço, assume um aspecto diferente, novo e dinâmico, resultados por termos que partir do que acreditei ser o centro do nosso universo com destino a um sistema solar voando nas asas de meteoritos á velocidade da luz. “Cada vez mais que nos aprofundávamos no universo íamos absorvendo coisas maravilhosas que se realizavam gerando fantásticas e inexplicáveis   visões que se evoluíam da primeira   a quinta dimensão mesclando fantasiosamente as multicoloridas cores do arco Iris, outras de impacto profundo, mas na nossa origem onde originalmente fomos criados, o poder do Senhor (SUA Luz) estava sempre presente para nos proteger e o simples comando da sua vontade revelava-se numa inimaginável sabedoria. Como é espaçoso e profundo o azul escuro celestial em que brilham milhares de estrelas de todas as cores, azuis, vermelhas, prateadas, brilhantes e maravilhosas constelações, algumas vezes cruzávamos com meteoros e chuvas de meteoritos, mas a nossa nave astral marcada pelo o sinal do Mestre atravessava incólumes estas imprevisíveis e inoportunas saraivada de pedras, sem sequer arranhar, e assim entendi que o Senhor cuidava para que nada nos acontecesse, estes estranhos bólidos respeitavam ao desejo do Mestre nos dando livre passagem.
                 O meu guia Pristo me passava todas as características e dados dos lugares, durante esta maravilhosa viagem, ao cruzarmos por muitos planetas ou mundos com sois e luas, de  nossas naves podia-se observar que os mundos novos tinham exuberantes paisagens, a terra fértil alimentava todos com seus frutos, mel e água pura, a vegetação rasteira, os capins e ervas era de uma cor verde e formavam a maioria dos alimentos de animais. Ali tudo era verde uns mais claros. Certamente o verde era a cor preferida do Mestre.

“Ao adentrarmos na brilhante Constelação de Órion que enfeitiça os astrônomos mais experientes com suas entradas e cavernas de dezenove trilhões de milhas de largura e cinquenta e um trilhões de milhas de profundidade por um corredor iluminado, vi que estávamos a dez quatrilhões de milhas do nosso lar. A fala humana é impotente para descrevê-la, busque-se um pintor, ou um escritor ou outro ser humano que possa fazê-lo e não o encontraremos tamanha a sua magnitude, beleza e esplendor eis que todo o nosso sistema solar, incluindo a órbita Netuno, perder-se-iam   lá dentro!”.                
      
ORION  uma das mais belas constelações.


Cabeça de Cavalo 
No cinturão de Orion.
 É uma importante fonte de poeiras estelares que dão origem a formação da matéria biológica.
 Na sequência passamos por inúmeros e espantosos turbilhões ou túneis mesclados da cor vermelha que sãos os portais para outras galáxias e ali nos separamos, cada grupo para o seu portal, mas alguns eram os Buracos Negros, os vilões de cor violeta e azul escuro, os esmagadores e recicladores de asteroides e do lixo espacial, criadores de astros e planetas lançados no espaço.
Vislumbramos o sol irradiante que alegremente nos acenava no espaço distante, tornou-se o nosso voo inimaginável não fossemos sermos agregados de Deus ao atravessarmos milhares de galáxias avistamos ao longe o sol fujão Arcturus, as longínquas e brilhantes estrelas Capela e Vega, a beleza do gigantesco  sol Beteljeuse que estava a 563.150.000 Klms do nosso sistema, e após uma longa jornada adentramos  no sistema solar passando pelas órbitas de seus planetas principais, pelo caminho:
                  Encontramos Mercúrio, depois Vênus, avistamos Urano considerada a sentinela avançada do sistema solar, e passamos por Netuno com sua única lua, após um deslocamento do início de 17.702.784 Klms., navegamos nas fronteiras de Saturno e Plutão com seu disco mágico para avistarmos mais adiante o fabuloso Júpiter para pouco depois no apegarmos a grandiosidade do faceiro planeta Marte com suas duas luas mistificando-se com suas multicolores sucessivas deixando entender que ali existem florestas e outros tipos de vida vegetal e talvez animal, gravados também ficaram a maravilhosa nebulosa de Andrômeda, filiando-se a brilhante nebulosa de Órion, mas sempre vigiados pela estrela Polar viajamos mais quatro minutos na mesma velocidade para atingirmos o roteiro original do nosso destino, já ali estava o irradiante sol provendo a sua família de oito planetas satélites e suas dezenove luas de energia e calor, aguardaríamos as ações do PAI para completar  o nono planeta satélite do sol. Enquanto isto acontecia imaginamos e registramos as distâncias entre o nosso Sol que é o centro do nosso sistema solar e os oitos satélites que eram: Marte 226.917.504 Klms; Júpiter 778.922.496 Klms; Saturno 1.427.488.128 Klms; Urano 2.872.679.040 Klms; Netuno 4.499.725.824 Klms e Plutão 5.906.292.480 Klms., na sequência avistamos Mercúrio e Vênus. Já na fronteira galáctica de outros sistemas. Estávamos a 149.668.992 Klms, distante do nosso Sol e ali nasceria o novo planeta que num futuro próximo seria o nono satélite do sistema solar e seria chamado de “Terra”. E, certamente teria uma lua por companheira.
                   Finalmente chegamos ao nosso destino foi quando pudemos apreciar a grandiosidade da obra do Grande Mestre do Universo que por Sua Graça assim permitiu.
                                 *
Capitulo 02GÊNESIS.

(Texto Bíblico) (Texto original)(texto Bíblico) (interpretado)
No inicio Deus criou o céu e a terra”.
                “Deus criou todo o Universo e tudo que nele há”.

                   “Milhões de Galáxias e trilhões de estrelas”


GÊNESIS 1 a 31.
1-Da criação ao dilúvio.

1. No principio Deus criou a terra. Ora a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, e um sopro de Deus agitava a superfície das águas.

Deus disse: “Haja Luz”, e houve Luz, “Deus viu que a Luz era boa e Deus separou a luz das trevas”. Deus chamou a Luz “dia”, as trevas de “noite” Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia.

Deus disse: “Haja um firmamento no meio das águas e que ele separe as águas das águas” e assim o fez. Deus fez o firmamento que separou as águas que estão sob o firmamento das águas que estão acima do firmamento, e Deus chamou o firmamento de “céu” Houve uma tarde e uma manhã do segundo dia.

“Deus disse: Que as águas que estão sob o céu se reúnam e assim o fez”. Deus chamou o continente “terra” e a massa das águas “mares” e Deus viu que isso era bom. Deus disse: “que a terra verdeje de verdura: ervas que deem semente e árvores frutíferas que deem sobre a terra, segundo a sua espécie, frutos contendo a sua semente” e assim o fez. A terra produziu verdura: ervas que dão semente a sua espécie, arvores que dão, segundo a sua espécie frutos contendo semente, e Deus viu que isso era bom. Houve uma tarde e uma manhã do terceiro dia.

Deus disse: “Que haja luzeiros no firmamento do céu para separar o dia e a noite, que eles sirvam de sinais, tanto para as festas quanto para os dias do ano, que sejam luzeiros no firmamento do céu para iluminar a terra, e assim o fez”. “Deus fez os dois luzeiros maiores”: o grande luzeiro como poder do dia e o pequeno luzeiro como poder da noite, e as estrelas. Deus os colocou no firmamento do céu para iluminar, para comandar o dia e a noite, para separar a luz e as trevas e Deus viu que isso era bom. Houve uma tarde e uma manhã do quarto dia.

Deus disse: “Fervilhem as águas um fervilhar de seres vivos e que as aves voem acima da terra, sob o firmamento do céu”. E assim se fez. Deus criou as grandes serpentes do mar e todos os seres vivos que rastejam e que fervilham nas águas segundo a sua espécie e as aves aladas segundo a sua espécie e Deus viu que isso era bom. Deus “abençoou e disse: Sedes fecundas multipliquem-vos enchei as águas dos mares, e que as aves se multipliquem sobre a terra”. Houve uma tarde e uma manhã do quinto dia.

Deus disse: Que a terra produza seres vivos segundo a sua espécie: animais domésticos, répteis, e feras segundo sua espécie, e assim se fez. Deus fez as feras segundo sua espécie, os animais domésticos segundo a sua espécie e todos os répteis do solo segundo a sua espécie, e Deus viu que era bom. Deus disse; “Façamos o homem  como nossa semelhança, e que eles dominem sobre os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos, todas as feras e todos os répteis que rastejam sobre a terra. Deus criou o homem e a mulher.  Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submeti-a; dominai sobre os peixes do mar, as aves do céu e todos os animais que rastejam sobre a terra”.  Eu vos dou todas ervas que dão semente, que estão sobre a superfície da terra, e de todas arvores que dão frutos dão semente: isso será vosso alimento. A todas as feras, a todas as aves do céu, a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou como alimento toda a verdura das plantas, e assim se fez. Deus viu tudo o que tinha feito; e era muito bom.  Assim foram concluídos o céu e a terra, com todo o seu exercito, Deus conclui  a obra que fizera,, .  Essa é a historia do céu e da terra, quando foram criados.
                            
                                                     "A  grande explosão –
     Novo conceito...                
   “Nasce o planeta terra”.
                             A 04 bilhões e 600 milhões de anos atrás.

                       Genesis 1-1-2. Deus criou o Universo e tudo que nele há.  (milhões de Galáxias e trilhões de estrelas e sóis). 
                          “E Deus criou a Terra”.
                         “Ela (a Luz)  e Deus e o Espirito são um Só”.
                      “A Luz é o espírito ou a própria força criadora”.
                    Como    num   passe  mágico   milhares de asteroides, fragmentos de outras galáxias, começaram a se juntar tomando um sentido de centrifugação e quanto mais depressa começavam a girar em forma de um anel criavam no centro um enorme buraco negro que absorvia uma infinidade de matéria sólida que ao calor da força helicoidal começaram a incandescer e se fundir desprendendo gazes multicoloridas que aumentavam  á proporção da velocidade e numa espantosa rapidez o buraco se fechou dando primeiramente a visão de uma inominável luz.                                    
                   Depois veio uma enorme explosão que sacudiu os planetas mais próximos que oscilaram ante o poderoso poder de imantação desprendido e finalmente pudemos apreciar após o grande epicentro se revelar numa redoma que ao se afastarem os vácuos do grande estrondo esta se inflamou tal uma bola de fogo... A Terra inflamada pelo fogo da Criação rodava suspensa no espaço, às massas de sua crosta se acomodavam ante o poder de centrifugação desprendido da alta rotação, e os gases que exalavam das lavas se misturavam formando outros componentes inclusive gases pesados e congelados que explodiam  ante a reação química volatilizando em meio a cinco trilhões de toneladas de oxigênio, nitrogênio e acido carbônico que se chocavam  com o hidrogênio, resultando num fenômeno que explodia em centenas de belíssimas cores tentando apagar as chamas que envolviam o novo astro, e assim por longo tempo se comportaram até que começaram a se acomodar. O tempo para nós não importava, pois ele só existe para as coisas terrestres e nós ainda éramos e somos a essência da Luz divina.         
                   Disse Deus: Que as águas debaixo dos céus se ajuntem em um só lugare que apareça a porção secaDeus chamou a porção seca de terrae no ajuntamento das águas, mar.    “Ele juntou as águas  num só local, achou que era bom;e...  finalmente lançou o fundamento  dos grandes  reservatórios.
 
                   O uso no singular da jaculatória aplicada no texto atrás mencionadas é uma prova inconteste de que no principio a terra era um só disco e o mar um só circundante cuja ruptura se deu com o evento do segundo grande impacto que causou o Grande Dilúvio o que obviamente confirma a Bíblia como, não só um Livro Religioso, mas também cientifico.    
                   A parte mais pesada ou a matéria sólida foi se juntando em forma de um redemoinho no centro da centrifugação mantidos pela força gravitacional e pelas ondas eletromagnéticas deixando aparecer um disco que se circundava de gases líquidos que esfriavam. *Deus ordenou, e as gigantescas cordilheiras se elevaram, dando forma e elegância a Terra.
                   Estávamos ainda em forma de poeira estelar, esperávamos pacientemente a nossa hora de completarmos o ciclo inicial da criação quando tomaríamos formas e teríamos uma alma para nos governar.
                   Quando a massa quente esfriou na superfície de sua obra os gases se acomodaram cobrindo a terra gerando o ar que respiramos. Os liquefeitos em forma de água com aproximadamente novecentos quintilhões de toneladas se acomodaram nos profundos reservatórios criados por Deus que seguidamente lançou oito milhões de milhas cúbicas de sal misturando-os a água para as conservarem e as manterem puras para sempre e assim não apodrecessem e as chamou de mares e se juntaram em torno do disco da matéria sólida que tomou o nome de terra e foi chegada á nossa hora. Com a liberação do oxigênio e do ozônio que desprendiam das águas que eram da cor marrom devido à grande quantidade de ferro na superfície estes começaram a afundar modificando a cor da água para o verde, na sequencia este procedimento fez gerar a camada de ozônio na estratosfera que passou a proteger o novo planeta dos raios solares tornando propicia a nossa tarefa de semear o novo planeta nascituro.     
                                                                 *
O inicio da vida.
                 Milhões de meteoritos carregados de partículas rarefeitas milionésimamente divididas carregando em seu âmago outro universo, que se ampliado revelaria todos os intrincados e maravilhosos mistérios da engenhosa cibernética Divina, era como se fossem mundos dentro de outros mundos, mas externamente éramos simplesmente poeira das estrelas com o Selo da Vida do Criador, sementes adormecidas preparadas para gerar todas as espécies necessárias para manter o equilíbrio biológicos dos futuros seres viventes moveis, semoventes e imóveis do novo planeta.
                 Estávamos sob a forma de metais como carbono, ferro, alumínio, iodo, cálcio, zinco, cobre, enxofre e muitos outros minerais, sabíamos que na nossa nova morada também existiam todos esses suprimentos, água e sal que nos manteriam durante a nossa vivência naquele novo lar. 
                 E assim atmosfera terrestre se abriu ao mando do PAI e passamos a navegar sobre o novo planeta quanto então fomos lançados sobre a terra e o mar que tal uma mãe nos aceitaram inertes em seus úteros foi quando uma brilhante Luz envolveu todo o planeta.

A sementeira do Criador... 
                   E, em questão de segundos, uma forte explosão sacudiu novamente todo o universo.
                 As sementes do Criador estavam plantadas, seus frutos bons estavam destinados a se multiplicarem e habitarem outros novos mundos onde irão continuar seus aprendizados, os frutos maus seriam reciclados, quantas vezes necessárias (Oleiro remodela o vaso defeituoso).
sob o sopro e o toque do Supremo Criador as vidas despertaram e começaram a serem geradas e os seres passaram a tomar forma e a se definirem nas suas espécies”.
            Deus estava presente em sua obra.
  “E tudo que existia tinha de certa forma um tipo de vida”

                   As partículas começaram a se movimentar e a se agruparem conforme as suas espécies formando as moléculas que no confinamento dos metaloides multiplicaram as bactérias e o ectoplasma que cobria as partes externas das células criando o protoplasma ou citoplasma e os micros organismos partiam cada vez mais a procura dos nêutrons, prótons e elétrons tão necessários à composição da vida do futuro espécime. Os gêneses se somaram a outros de sua espécie formando as diferentes criaturas sob o simples comando do Criador.
                   E a vida era a luz, e a luz é o Criador, portando somos parte integrante desta mesma Luz e filho do Senhor do Universo era e ainda somos todos seres vivos geradores de energia, a serviço de a grande... ”Divindade luminar”.
                   Era o Universo de Deus partido em átomos milionésimamente divididos. O centro do planeta se alinhou com a linha equatorial embalada pelo pendulo da matéria exposta, a terra, e esta passou a girar mais compassadamente começando o movimento secular da inércia.


GENESIS 1. 26-27-28
“E Deus disse: Façamos o Homem à nossa imagem, como nossa semelhança e que eles dominem sobre os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos, todas as feras e todos os repteis que rastejam sobre a terra”. “Deus criou a mulher e lhes disse: Sedes fecundas e multiplicai – vós e enchei a terra e submeti-a; dominai sobre os peixes do mar, as aves do céu, e todos os animais que rastejam sobre a terra”...
                             *
                A vida...  A 530 milhões de anos atrás...
         Das águas surgiram os primeiros seres vivos, na terra a fauna e flora.
                    Surgia a era da explosão cambriana.
                  Ali os seres vivos metamorfoseavam-se surgindo então às espécies com carapaças formando os pares inteligentes, daí originaram todos os amimais nada foi criado unilateralmente onde existisse o positivo existiria o negativo sem um o outro não teria razão para existir, originalmente todas as espécies emergentes respiravam o oxigênio acima do espelho da água, algumas espécies foram se adaptando a vida marinha e desenvolveram  um mecanismo para retirarem o oxigênio da água e passaram a habitar os mares e rios e, assim foram criados os machos e as fêmeas e a exceção destes mutantes outros foram se adaptando e deixando o seio da mãe água passando paulatinamente a habitar a terra.
    
               E assim...Foi gerado o primeiro ser humano
                   Entretanto a terra passou por um longo período glacial que durou cerca de 30 milhões de anos e durante esta fase se extinguiram aproximadamente 75% dos seres vivos deste planeta, e isto, no final da era Cambriana. Somente a 500.000.000 anos atrás surgia neste planeta o primeiro ente com características humanas, ainda em fase de mutação. Éramos muito diferentes do que somos hoje, e do que seremos amanhã, nós, os humanos, centenas deles fomos os primeiros a serem gerados no mar e para a terra viemos em busca da luz, do calor e dos alimentos tão necessários à sobrevivência e á reprodução da espécie.
                   Fomos feitos de minerais, água e sal e deles precisávamos para sobreviver. (originários da terra=barro).
                   No inicio não caminhávamos eretos, mas nos arrastávamos de pé e mão que ainda tinham a forma de nadadeiras e uma cauda para manter o equilíbrio do corpo, mas aos poucos fomos deixando esta postura e nos modificando fisicamente, pois tínhamos que desenvolver novas habilidades para nos defender dos predadores, lutando, morando em cavernas e subindo em montanhas e em arvores e isto exigiu mutações dos nossos membros, também o sol e o frio nos perturbavam e tínhamos sempre que recorrer às águas, mas as permanências com o maior tempo fora das mesmas fizeram nascerem cabelos por todo o corpo para nos protegeram de um ou de outro, ou do sol ou do frio e assim dia após dia, fomos nos adaptando ao novo estilo de vida e tomando conhecimento das coisas que nos rodeavam e o que mais admirávamos eram as chuvas e levamos muitos anos para compreender o que Deus fizera para nós Ele criou as grandes águas, depois o sol e o calor  para aquecerem os oceanos e transformando águas em vapor porque são 1.800 vezes mais leve e assim purificada e dessalinizada são pressionadas pelo peso do ar elas se elevam formando as nuvens que para se mantiver necessita continuadamente de calor e quando uma corrente de ar mais fria a alcança ela se transforma novamente em água e cai sobre a terra, dessedentando os seres vivos e dando vida a fauna e a flora alimentando os rios e lagos e finalmente volta a sua origem o mar e este fato se repete continuadamente.
                   As espécies geradas se metamorfoseavam formando novos seres, nós os humanos privilegiados com inteligência por graça do Senhor, fomos gerados aos milhares e também algumas espécies muito semelhantes, mas foram se separando da nossa casta passando a viver isoladamente. 
                 “Durante o inicio de nossa criação eramos gerados dentro das grandes águas, mas não demorou muito as fêmeas começarem a reproduzirem, a natureza as dotou com uma bolsa de água em seu útero e assim continuamos da mesma forma a nascer das águas passando a conviver definitivamente mais em terra firme para nos proteger dos predadores. Também adotamos a água doce como nossa “segunda mãe”. Todas as nossas doenças eram curadas dentro dela e a invocávamos pedindo que lavasse o mal que nos afligia levando-o para a nossa grande mãe, o mar, e éramos sempre atendidos”.
                 Mas a evolução e a necessidade de adaptação ao nosso novo estilo de vida e atividade nos levaram a mutações diversas nos dando novas formas de liberdade e flexibilidade de movimentação, já não precisávamos tanto da nossa cauda para manter equilíbrio, um novo sentido se desenvolveu dentro de nos dando outra forma de postura e passamos a usar mais as pernas que se tornaram fortes liberando as mãos para outros afazeres.
                   Inicialmente vivíamos de plantas, algas, frutos e plânctons, nos os humanos éramos essencialmente vegetarianos, mas aos poucos nos cansamos de ser agredidos e de servir de alimentos para outras feras e passamos às condições de agressores, crescia dentro de nos uma fúria insana a guisa de proteção dos nossos familiares aprendemos a matar e a nos sustentar de carnes de outros animais, os dentes caninos se desenvolveram e nos tornamos violentos. Sabíamos que estávamos fugindo de nosso comportamento original, mas tínhamos que assim agir para podermos sobreviver, e isto nos tornaram maus e agressivos sentíamos que estávamos perdendo alguma coisa, mas ao mesmo tempo havia despertado dentro de nos outro forte sentimento que nos impulsionava proporcionando-nos o amor e a proteção entre os nossos semelhantes, era um tanto bizarro este sentimento e custamos a compreendê-lo, mas finalmente entendemos que era a nossa alma que se revelava dentro de nos, Deus estava nos incluindo em Sua Escola, era o primeiro sentimento bom e humano que registrávamos exatamente o oposto do medo e da angustia.      
                   As grandes águas por muito tempo foram nossos refugio, se algum da nossa raça ficasse ferido, ali buscaria socorro, e também se ficassem doentes ou velhos em estado terminal e os que morriam e quando não devorados pelos animais carnívoros eram devolvidos as grandes águas porque entendíamos que se de lá viemos para lá deveríamos voltar, era nos mares ou rios e lagos que passávamos os últimos momentos de nossa vida assim também os nossos semelhantes que se divorciaram da nossa comunidade, não evoluíam fisicamente como nos, estes, a quem  chamávamos de símios, também assim o faziam e, em decorrência deste costume desapareceram os vestígios destes primeiros espécimes de vida primitiva humana, a contemplação do metamorfismo dos terrenos arcaicos também contribuíram  muito para isto e os espécimes entre o estagio primitivo e o secundário se tornou um “Elo Perdido”.
    
Quadril humano o ultimo elo da espinha ou o coccix..



       

O Elo Perdido.

        



















Capitulo 03°

O Elo Perdido”.                       
 “Pinturas rupestres pré-históricas da era Paleolítica (era primária encontrados em cavernas) “idade da pedra lascada” representando o ser humano na sua origem primitiva quando ainda tinha cauda e não andava ereto”.
                                                 *
Na sequencia da evolução.
                   Este costume de devolverem seu morto ás águas durou muitos séculos até que as raças evoluíram adaptando-se mais à terra do que as águas. E assim, passaram a depositar seus mortos em cavernas a que davam o nome de “recanto”, legando ao futuro, a partir deste novo costume os traços de uma civilização primitiva em segundo estagio eis que o elo entre esta raça e a primária desapareceram nas águas ou foram totalmente devorados pelas espécies carnívoras tornando-se assim um elo perdido.
                  “Nos, os seres humanos, buscamos longe e no tempo o que esta dentro de nos mesmo, quando ainda hoje nos identificamos com o Elo Perdido, ainda trazemos dentro de nossa própria anatomia, ao final da espinha dorsal, o primeiro elo da nossa cauda primitiva, um osso onde se iniciava a nossa cauda solta denominado Cóccix, no Ilíaco por fora da Sínfise (junção dos ossos púbicos exibe o rebaixo por onde se assentava e prolongava a nossa cauda. Prova inconteste da nossa origem.           
                   A vivência evolutiva destes espécimes passou por diversas fases difíceis, com advento da unificação de grupos a que chamavam de comunidade, foram se transformando agregados aos compromissos familiares ou do clã, muitas famílias insistiam em zelar de seus mortos levando água e comida até onde o corpo se encontrava ou dentro de uma urna ou sob um amontoado de pedras, outros usavam a argila para envolver os corpos em grandes camadas para mantê-los em seu estado natural, depois de um determinado tempo removiam a argila e o corpo notadamente mumificado havia pouco se deteriorado mantendo as formas quase naturais a seguir o enterravam com todos os seus pertences de uso pessoal como machados e outros pequenos utensílios, pois acreditavam que o falecido, na outra vida, certamente iria precisar de seus artefatos.
                 Outras tribos queimavam seus mortos crendo que assim pelo fogo e pela fumaça manteriam mais a homogenia guerreira, os espíritos guerreiros ficariam livres dos corpos e mais depressa estariam em outros verdes campos.
                   Os costumes da busca por jovens guerreiros acabaram modificando o comportamento dos clãs.
                 Quando nascia duas meninas fêmeas seguidamente uma era enterrada viva, necessário se tornava o nascimento de meninos machos sadios e sem defeitos físicos para se tornarem guerreiros e criar frentes aos perigos, por este motivo todos os grupos familiares ou tribos sacrificavam os filhos que nascessem com defeitos físicos.Mas este costume passou a lhes custar muito caro, com a escassez de mulheres nas tribos daquele espaço físico resultou em ataques frequentes entre grupos tribais para sequestrarem as fêmeas que no novo destino, submissas, as raças se miscigenavam e também transferiam os costumes de suas tribos originais fazendo assim nascer a “aproximação cultural entre as raças”. Os ataques se repetiam cada vez mais tornando o homem um animal mais agressivo do que as feras.
                 O homem evoluiu lentamente através dos séculos, mudando sua compostura, comportamento intelectual e físico, e assim foram se tornando cada vez mais adaptado a sua época e costumes:
1º - O elo Perdido – a origem na idade primária: estagio primário ocorrido entre 530 milhões a 500 milhões de anos atrás dentro de uma evolução lenta e gradual até o estagio secundário, ou...
2º - Ancestral macacoide arbóreo anterior 11 milhões de anos.
3° - O macacoide terrestre anterior a 07 milhões de anos.
4º -A.robustus - a 06 milhões de anos.
5º -Australopitheus afarensis – a 05 milhões de anos.
6º -A aethiopicus  e  A. boisei   -  a 04 milhões de anos .
7º -H.neanderthalensis H. habilis a 03 milhões de anos.
8° -H.erectus  e H.sapiens primitivo – a 02 milhões de anos
9° -H. sapiens moderno (presente) – a 01 milhão de anos.

   “A  evolução  do  homem”.

Evolução da raça humana, apos o elo perdido.
































O Homo sapiens e o futuro...
                 Há um milhão de anos surgiu uma espécie mais desenvolvida que se espalhou por todos os continentes e o que mais se aproximou do homem de hoje foi o Homo Sapiens, esta espécie desenvolveu o trabalho rupestres e possuíam uma complexa organização social se comunicando por um linguajar rude que originou há 4.000 anos a trás a escrita ancestral.                
               A agricultura no inicio sofreu por um período muito longo grande prejuízos em decorrência da falta de técnica, mas lentamente superaram as dificuldades e desenvolveram uma espantosa habilidade para produzir alimentos, tendo como contra partida a caça, a coleta de raízes, a pesca e assim dentro de uma reduzida e tradicional agricultura socializada foram melhorando aos poucos a vida comunitária.
                   Passaram a fazer uso da pedra criando a machadinha, o furador, o pilão, as pontas de lanças em substituição as de osso do qual somente as utilizavam para fazerem arpões para pesca e caça.
                   Na sequência com o passar dos tempos passaram a usar o fogo no uso domestico para cozinhar ou assar alimentos, para endurecerem o barro queimado em forma de panelas e outros apetrechos. 
                   Conservavam o fogo sempre aceso com “os tições duradouros” que eram pedaços grandes de madeira bem seca que queimava lenta e gradativamente sem se apagar por noites adentro até virarem tudo em cinza.
                 Viviam agrupados em pequenas comunidades e assim como a agricultura era de forma coletiva assim também eram os bens que possuíssem, mas respeitavam os adornos, vestimentas e os instrumentos de caça e trabalho como individuais. Como já mencionado anteriormente, a arte rupestre se desenvolveu e muitos se tornaram verdadeiros e respeitados artesões chegando a desenhar nas pedras algumas caçadas, alguns rituais e fatos históricos que já começavam a fazer parte de sua cultura.
                   Com o desenvolvimento do cultivo das terras começaram a aparecer litígios e violências entre as tribos ou comunidades dadas às condições dos que mais produziam se mantiveram em um nível melhor surgindo daí as primeiras diferenças sociais entre os homens no tocante a posse e em resultado desta situação muitas famílias passaram  a procurar terras melhores e mais férteis como as margens dos rios e pantanais. 
                   Mas, o instinto animal sempre despertava a cobiça e o individualismo entre os grupos familiares mais restritos de índole nômades. Umas buscas internas e incessantes por uma estabilidade mais segura levaram muitas famílias da mesma origem a se unirem em grupos maiores sobre a liderança de patriarcas, isto é, dos mais velhos e que tinham maior participação familiar no Clã.
                   E assim em grupos maiores passaram a se sentirem mais protegidos, foram os primeiros passos para a criação de uma civilização em caráter experimental, ou melhor, criaram uma pequena congregação comunitária de grupos até então isolados. Mas o seu comportamento ainda em estado latente nunca os permitiu assimilar ou diferenciar totalmente o certo do errado e nas suas peregrinações em busca de alimentos em forma de caça, frutas ou cereais, ocasionaram encontros fortuitos com tribos mais arredias e supostamente mais bárbaras que resultaram em muitos confrontos e lutas violentas o que definitivamente originou a delimitação dos territórios tribais. Passaram a ter como inimigos seres da mesma espécie só que de famílias e origens diferentes.
                  Estabeleceu-se uma nova era dinâmica, urgia modificar o comportamento
tribal e impor novas medidas que visassem à segurança do Clã.
                   Precisavam de mais guerreiros e de delimitar o consumo de alimentos já que ficaram bem mais difíceis às longas peregrinações em buscas dos mesmos e ainda temiam o ataque das tribos rivais. 
                   Passaram então a controlar o crescimento demográfico, e retornarão ao velho costume se a primeira criança nascer fosse uma fêmea eles aceitariam, mas não do segundo parto.
                   Obviamente  os sequestros de mulheres estavam ligados
aos fatos de que elas serviriam como esposa e iriam transferir os costumes de sua origem para o povo que as tinham raptado.
                   Mas os costumes de assim agirem praticando atos violentos de genocídio contra as recém-nascidas indicavam temor de um futuro incerto e cheio de duvidas quanto à continuidade duradoura da paz que gozavam, e assim, desde cedo se preparavam, criando somente os machos para enfrentarem o que haveria advir, certamente uma guerra que em razão destes dissídios deixava claro que era inevitável, pois os ataques a outras tribos cada vez mais se tornavam constantes devido à falta e à escassez de mulheres somadas ao que elas representavam culturalmente. Marcava assim a natureza uma exigência necessária. E este hábito tornou-se um poço sem fundo que originaram no desaparecimento e na exterminação de muitas tribos, ou mesmos de pequenas e novas comunidades que partiam para o evento da civilização.
                 Os índios Jurunas que vivem no Parque Nacional do Xingu que ainda são a imagem viva da civilização andina adoravam o Sol como Deus, e, estes exemplares que antropometricamente se diferenciavam de todos os demais ainda trazem em suas testas, entre os cabelos partidos, um artefato redondo e bem vermelho a indicar que ainda cultuam o Sol, mas aboliram todos os sacrifícios.
                 Especialmente as civilizações andinas que sempre marcaram com suas personalidades próprias o seu desaparecimento foram devido ao êxodo da população para outros territórios ocasionados por desastres ecológicos como estiagens muito prolongadas, e mudanças climáticas bruscas, deterioração da água potável com aumento de teores amargos. Estas sociedades em peregrinações foram absorvidas por outras etnias, mas sempre deixando traços indeléveis do elo perdido, e na fonética rastros esquecidos de vestígios do latim.

E, então...
                 Conhecemos outros astros que já existiam, o sol que dominava durante o dia, a lua que nos acalentavam nas noites, as estrelas que representavam as moradas nos céu, o vento que era o sussurro do Criador, as nuvens que representavam a abundancia e delas saiam raios e trovões que representavam a ira do Senhor. O astro rei nos dava a luz e o calor e era quatrocentas vezes maior do que a lua, mas em compensação estava quatrocentas vezes mais distante e por tal razão a lua e o sol têm aparentemente o mesmo tamanho. As estrelas distante nos faziam imaginar milhares de moradas no universo com seus incontáveis sóis, o vento que sussurrava trazia constantes lembranças e o sopro da vida de Deus sempre presente, as chuvas nos levavam a enlearmos ao carinho materno das grandes águas, os raios e trovões nos advertiam que o Criador estava ali conosco, e nos ensinou a usar o fogo que vieram pelos relâmpagos. O mar continuava a ser o nosso ambiente necessário e tínhamos constantemente que regressar a ele para nos suprir de suas algas, de peixes, do sal e dos plânctons até que fomos paulatinamente largando este hábito e nos fixamos permanentemente em terra e esta fase difícil perdurou por muitos anos, mas no intimo sabíamos que deveríamos ter paciência e que fomos criados para liderar toda a espécie viva.
                   Finalmente passamos a andar eretos e com o desenvolvimento desta postura fomos perdemos a cauda, e passamos a ser mais ágeis e mais habilidosos evoluindo gradativamente e ao longo dos anos fomos nos distanciando dos primatas que eram uma raça diferente e totalmente desligada das nossas evoluções.
                   Restaram apenas as semelhanças.
Os primatas poucos evoluíram apesar de se multiplicarem e criarem seus territórios no alto das copas das arvores ou em cavernas não aceitavam a intrusão de estranhos na sua comunidade mesmo que fossem de sua estirpe ou de outras que eram muitas.
                   Aprendemos também a nos alimentar da carne destes congênitos atípicos nascidos de outra linhagem. Estávamos nos diversificando no regime alimentar.
                   Mas a semelhança nos causava certa repugnacão.

Capitulo 04

“O Primeiro Grande Impacto”.
  Ou a “mutação”.  Gêneses: 7 - 8.

                 “A 250 milhões de anos atrás, portanto 04 bilhões e 350 milhões de anos após a criação do mundo”.  Um novo fenômeno fortuito veio a modificar completamente a vida dos seres viventes.
Assim como havíamos sido gerados muitas outras milhares de animais também o foram.
                  Vivíamos comumente entre as criaturas mutantes que normalmente eram pequenos, muitos semelhantes aos animais de hoje ou, os maiores, seriam do tamanho de um touro. Nos, os seres, humanos começávamos a predominar, pois tínhamos grandes habilidades, e o tamanho destes não nos assustava, os dinossauros e suas famílias eram os mais agressivos e viviam nas regiões oeste e centro oeste da grande ilha continental predominando sobre a maioria das espécies e seus maiores inimigos eram os pterodátilos voadores, isto vale dizer que estas áreas eram  o que hoje vão desde a Patagônia, Argentina, Brasil e África e enfim o continente sul o berço dos seres viventes no novo planeta.          

Certa manhã...

                 Começaram a cair pequenos meteoritos que inflamavam a vegetação e queimavam a terra, e nós, os seres humanos, alheios a estes estranhos fenômenos, aguardávamos pacientemente a evolução dos aparecimentos misteriosos. Porem não se passaram muitos dias quando veio o terrível cataclismo em forma de uma grande bola de fogo, um asteroide dourado muito grande que ao entrar na atmosfera terrestre explodiu em milhares de grandes fragmentos que caíram sobre nós destruindo quase tudo por centenas de quilômetros. Pouca coisa escapou desta hecatombe.

O asteróide O asteroide dourado...
O Planeta modificou-se totalmente, as plantas começaram a nascer bem diferentes e tomaram outras cores e formas, e também as pedras moles com cores vivas serviam de alimento aos pequenos animais herbívoros que sobreviveram que as devoravam com avidez e começaram a crescer assustadoramente e a se multiplicarem rapidamente e os outros da espécie carnívora ao devorarem os herbívoros certamente se contaminavam e com o passar dos anos alguns atingiram até vinte vezes o seu tamanho normal especialmente os da família dinossauros.
            A coisa começou a se complicar, tivemos que buscar recursos mais à altura deste novo desafio.
           O dinossauro Rex uma espécie carnívora e muito violenta era o nosso maior inimigo.

Entravamos em uma nova era...

                 Aos poucos fomos prosperando e aprendendo mais, já usávamos as pedras para o machado e para moer cereais como cocos e amêndoas, da era da pedra nos passamos para a era da madeira, aperfeiçoamos com pontas de osso ou pedra as lanças mais longas e zarabatanas e outros muitos artefatos foram sendo inventados.
                   Os Dinossauros Rex se  tornaram os maiores carnívoros da terra.
                  A espécie humana nada sofreu com esta mutação biológica, mas os problemas se multiplicaram, tivemos que nos readaptar a nova situação, teríamos que enfrentar inimigos mais poderosos, e isto nos forçou a mudar nossos costumes, hábitos e táticas de caça e da pesca.               
                  Éramos responsáveis pela exploração do território e pela defesa de nossa comunidade.  Não dispensávamos a caça aos macacos pela sua abundância eram os nossos pratos prediletos, mas nos sentíamos um pouco canibais dada à semelhança para conosco, também os pequenos roedores, cobras, e as raízes eram muito procurados especialmente pelas mulheres e crianças, a nós, os machos adultos, eram reservadas as grandes caçadas aos enormes javalis, mas perseguíamos mais os dinossauros canibais como o Rex e o Mastodonte.      
A vida primária...
                   “A Vida Primária de Deus, porem, só poderia ser completamente independente e livre, do contrário, não teria razão de existir, de maneira tal que passou a ser parte integrante de nossa vida. O Criador só poderia criar seres perfeitos e nós nos reconhecíamos como tal e era este conhecimento que nos dava a certeza que não éramos criaturas com origem própria, mas sim geradas pela eterna graça do Criador do Universo, e esta concepção existia forçosamente em toda criatura, como uma vida perfeita, como Deus é também perfeito”.  

            As mulheres participavam de todas as atividades.
                        Estávamos repletos da Luz Criadora, Ela habitava em nós assim como a sabedoria que nos ensinava os caminhos da prudência e do amor.
                 O que me intrigava era esta perfeição, porque então teríamos que matar outros animais para sobreviver? Matar nossos semelhantes para garantir o espaço físico?  Éramos dotados da bondade maravilhosa do Criador, entretanto o nosso corpo se rebelava contra a alma ou o espírito do Pai.  Qual seria a razão deste mistério? Afinal quem nos domina: alma que movimenta e da vida ao corpo ou espírito do Pai que nos ilumina e nos protege, os dois juntos não conseguem se sobreviver, foi ai que o Pai se afastou de suas criaturas ao criar este mundo quando então   instituiu o o LIVRE ARBÍTRIO dando a suas futuras  criaturas a plena e  total liberdade e total direito de agirem e sobreviverem por conta própria sem a menor  interferência do PAI. Sabemos que a nossa vida neste mundo é apenas uma reclusão primaria se formos aprovados renasceremos em outro mundo para continuarmos a nos aperfeiçoar e assim cada vez mais até alcançarmos a plenitude desejada pelo Pai, ai então estaremos prontos como servidores eternos do Criador, mas os que não forem aprovados pelas más ações serão reciclados neste mundo porque à vontade do Pai é que nenhum se perca. Mas fica a pergunta: Porque temos que ser maus para com nossos semelhantes? E com todas as criaturas vivas do Pai?
 
                  Senhor Deus eu sei que o nosso corpo é apenas carne feita de mineral água e sal, e a alma governa a mente e o Vosso Espírito é a luz eterna que jamais se apagará, mas como podem ser responsabilizadas pelos desmandos da carne?
                  A fêmea ama a sua cria igual à galinha que protege com a vida os seus pintainhos, afinal isto também é amor? Porque nos foi legado este dilema, irmãos matarem irmãos alegando a permissão e passividade do Pai?    
                  Sentia que começávamos a perder a Luz que abandonava nosso corpo. Era o pecado que entrava em nossas vidas e desvirtuava a carne.      
                 Passei a olhar o cintilar das estrelas no céu que pareciam estarem longe e senti que estávamos ficando sozinhos.     

O nascer da musica...

                 Ao amanhecer do dia, antes de sair o sol, era comum apreciarmos os esplendores da aurora ao pé de uma fogueira para espantar o frio, as jovens, sentadas em redor do fogo cantavam uma melodia serena e magicamente penetrante, haviam aprendido com o cantar dos pássaros e a combinar os sons sob um tom mavioso e assim nasceram os primeiros acordes da musica que tanto agradou e ainda agradam.                            
                  As arvores nos davam frutos de todas as espécies, o mel era em abundância, os pássaros, as aves e os animais terrestres começaram a serem domesticados e aceitavam a nossa proteção, em troca tínhamos os ovos, a carne, o leite e a compreensão se uma fosse sacrificada para alimentação, mas algo continuava me preocupar e sem compreender o porquê aquilo tudo de graça. Não havia ainda conseguido assimilar como viemos para cá e porque viemos? Alguma coisa muito grande estava por traz daquilo tudo, como se explicaria o amor de um ser dos nossos para com os outros?
  Os jovens eram altamente experientes e sagazes na pesca.

                   O amor das mães para com os filhos? O choro nas horas das dores e a tristeza da falta de alguém, a ira quando irritado e o perdão quando vinha a compaixão? Nós éramos muito mais do que animais irracionais havia algo grande dentro de nós que fazia o coração bater mais forte e toda fera quando nos enfrentava olhava em nossos olhos e sentiam medo e respeito, e,  nós víamos isto nos olhos delas. Era como se não estivéssemos de todo ali uma parte nossa estaria muito além e bem protegida por um Gigante maravilhoso a quem passei a chamar de Senhor Deus. Gostaria de conhecê-lo, vou aprender falar com ele, talvez me escute, falarei de dentro do meu coração, bem baixinho, eu sinto que ele esta ali, eu ainda sinto o poder da Luz.
                   E assim fomos e nos adequando ao clima desenvolvendo as nossas necessidades físicas num metabolismo inteligente que nos transferia audácia, mobilidade, coragem e perspicácia para sobreviver em meio aos grandes e enormes animais predadores carnívoros e herbívoros como os dinossauros, e outros milhares de pequenos seres que formavam a cadeia do equilíbrio biológico e nestas condições, desafiando a milhares de erupções em forma de fogo a lava, o frio ou muito calor, por muitos anos lutamos pela difícil conquista de uma vida mais segura.
                   As fêmeas eram quem selecionavam os machos, pelo seu tamanho, ousadia, força e virilidade, mas podíamos ter duas três ou quatro fêmeas em nosso domínio e estas eram escolhidas pelo seu porte vantajoso e robusto que as tornavam aptas para procriarem. Os filhos que nasciam eram criados com carinho e amor, não lhes faltava o leite materno, as folhas e as raízes serviam de remédio, a mortalidade infantil era mínima.
                             Trabalhos rupestres.

                  Comunicávamo-nos inicialmente por gestos, depois com o passar dos anos os grunhidos tomaram sentido e começaram a serem definidos até que mesclando as mímicas e sons ainda desconexos podíamo-nos entender mais rapidamente, nascia assim à comunicação através das palavras e em desenhos rupestres gravados nas pedras e rochas das paredes das cavernas, cujos sulcos feitos com ponta de pedra eram pintados com tinta de arvores e frutos como o jenipapo e o urucum.   
                 As aves carnívoras voadoras sempre tiravam o nosso sossego, os Pterodátilos sempre apareciam de surpresa, mas aprendemos seus costumes e os atacávamos também de surpresa e embora fossem rápidos sempre tinham que  voar baixo  para localizar suas presas, e quando eles as distinguiam não tinham a ideia da distancia, isto é viam as imagens em duas dimensões, altura por largura, mas não tinham  noção da 3ª dimensão ou “profundidade” e isto nos facilitava, pois ficávamos imóveis e eles se aproximavam voando devagar e plainando para sentirem nosso cheiro e então o atacávamos com nossas lanças voadoras. E com esta reação eles passaram a nos respeitar e raramente atacavam os seres humanos.  

Os dinossauros...

                  Os dinossauros, em especial, como já foram comentados, os da família Rex eram os mais violentos e agressivos, mas eram pouco habilidosos, se encontrassem  pela frente uma barreira para detê-los, fosse aquelas a guisa de proteção por nos construídas ou lugares íngremes em que não conseguiam galgar eles tentavam mesmo a custas de ferimentos a derrubar ou tentavam contornar para atingir seus objetivos, ou seja, alcançar uma presa e era durante estes momentos de indecisões que os atacávamos e quase sempre éramos bem sucedidos.                 
                   Embora de forma um pouco resumida, prosperávamos rapidamente.
                   Cada dia que passava nosso povo foi adquirindo novas táticas de defesa e ataque e os animais, mesmo irracionais, passaram a nos temer chegando algum deles a fugir quando notavam a nossa presença.
                   Passamos a morar em pequenas casas feitas de madeira roliça e barro coberto de folhas de palmeiras, eram mais higiênicas e saudáveis, mas nunca muito afastadas das cavernas. Sempre as construíamos em terreno alto e bem protegido dos inimigos que poderiam ser vistos ao longe. 
                           *
Capitulo 05  =  O 2º Grande Impacto

Um dia o Senhor veio a mim...                           
         O Surgir de um novo mundo com cinco continentes.               

Dominávamos o fogo que já era uma presença constante e uma arma importante contra o inimigo predador, mas era preciso impor o respeito para sobreviver e assim éramos temidos, mas também temíamos nossos semelhantes até que um dia ouvi claramente uma Voz interna que assim falou: Eu o Senhor dos Universos venho a ti meu amado filho que por sua benevolência e tolerância para com teus irmãos tem me agradado para vos avisar que em breve farei lançar grandes pedras de fogo sobre a terra e ela se partirá em muitos pedaços, pois estou irado com minhas criaturas que me desobedeceram e se tornaram violentamente perversas, injustas e corruptas, portanto ao sentires o sopro forte dos ventos retira-te com todos os teus para o monte mais alto, Eu te mostrarei o caminho por um trilheiro que nasce na vereda e vai até o topo da montanha e muitos animais também por ali passarão buscando um lugar seguro e lá devereis permanecer por muitas luas, assim como os outros também estarão em segurança até que receba outro sinal Meu para regressardes e Farei chover por muitos dias e quase toda a terra será inundada pelas águas e o sol se escurecerá por longos dias e noites, mas muitos sobreviverão e formarão novas nações, pouparei a um terço de todo ser vivente, mas você meu filho, até a sua quinta geração será abençoada e teu nome  “Arquegônio” significa:  (o embrião) e viveras por muito tempo. Eu estarei sempre contigo, portanto filho Meu ao recolherdes em sua tenda, antes de deitardes, fale comigo e Eu te ouvirei sempre e Atender-te-ei, agora vá e admoeste a todos os teus para que se comportem como filhos Meus e não deixarei faltar nada em tua casa e na de teus bons amigos”.
                   Nesta mesma hora reuni a minha família, que já passavam de vinte pessoas adultas e crianças e alguns amigos e relatei o que ocorrera:
                 --Hoje o Senhor Deus veio a mim e me avisou por        uma voz interna que em breve mandará um grande castigo sobre a nossa terra e poucos sobreviverão, mas por Sua graça nos poupou assim como a um terço dos seres viventes, portanto vamos nos prevenir e quem acreditar no que estou falando prepare suas coisas, levarão só o necessário, pois o caminho é íngreme e perigoso. Lá em cima da montanha acharemos uma grande caverna para nos agasalhar, serão muitos os dias de terríveis acontecimentos, espero que todos me acompanhem.
--Como vamos saber à hora de partir? Indagou um do grupo.
--O Senhor mandará um aviso em forma de vento que nos sussurrara o momento certo, as mulheres devem se prevenir na caminhada protegendo as crianças, ou vamos todos ou morreremos aqui, o que dizem?
                   --Tens certeza de que foi (indicando os céus) de lá de cima que veio a voz?
--A voz do Senhor é conhecida, eu não duvido.
--Eu e minha família ficaremos – afirmou um dos grandes guerreiros da nossa comunidade - o que vier eu saberei enfrentar.
                   A nossa comunidade se restringia a aproximadamente sessenta famílias, os mais velhos sempre me ouviam e aconselhavam os mais jovens.           
                   Eis que passados não muitos dias, começamos a sentir uma mudança no clima e no comportamento dos animais.
                   Sabíamos que a hora era chegada, e tornei a advertir meus familiares e amigos.
                  O dia estava clareando quando uma forte rajada de vento nos trouxe o aviso, rapidamente reunimos o grupo e nos preparamos para seguirmos viagem rumo ao monte mais alto que avistávamos não muito longe, o problema era como acertar o caminho quando um dos nossos cordeiros berrando alto caminhava e mostrava o rumo iniciando uma caminhada direto ao monte.
                   Era a mão do Senhor a nos indicar o caminho, foram cinco dias de dura caminhada, por um trilheiro que sempre ao anoitecer oferecia uma plataforma para nos agasalharmos durante a noite, mas eu e toda minha família mais trinta outras pessoas e muitos animais de todas as espécies, menos os grandes dinossauros, já estávamos seguros em uma enorme caverna bem no tope mais alto da montanha quando um barulho ensurdecedor começou a sacudir a terra. Era como se fossem milhões de peixes dentro de um lago ou no rio estrondando em desesperada fuga, enquanto que grandes arvores eram arrancadas pelas raízes e jogadas longe como se fossem penas de aves, o vento destruía tudo a sua passagem.

   
                                              O Bólido de fogo.  Asteroide.   

                          Há 04 bilhões e 534 milhões e 500 mil anos, após a criação da Terra, já havia passado quando a 65 milhões e 500 mil anos atrás foram chegados o dia do segundo grande impacto.Surgiu então um grande clarão, um bólido de fogo ladeado por centenas de outros pequenos meteoritos riscavam o céu rumo a terra começando a cair e se chocando contra tudo destruindo em segundo o que atingiam e, então, o grande cataclismo aconteceu, uma enorme bola de fogo incandescente, com dois quilômetros de diâmetro invadiu o céu e dividiu-se em vários fragmentos ao entrar na atmosfera.
                        “O pedaço maior atingiu a terra junto ao mar (hoje Golfo do México) e um segundo fragmento relativamente grande atingiu a região oeste do Brasil no Estado de Mato Grosso junto à cidade de Araguaina na Serra da Cangalha cujas coordenadas são as seguintes: 16”49’17.87” S e 52”59’38.14” W com vinte quilômetros de diâmetro conhecida como o a Cratera de Araguaina, ou o Domo de Araguaina, a maior da América do Sul,  outros fragmentos se dispersaram  por todo o planeta inclusive na mata central ao longo do grande rio Xingu no Mato Grosso onde rasgando a terra resultou em duas grandes valetas com mais de dois quilômetros de comprimento por duzentos metros de largura e cerca de quarenta metros de fundura, (hoje conhecidas como as Valetas do Xingu).
                   O castigo em forma de destruição...
                   Elas vieram em uma direção diagonal rumo do sol poente (oeste) e passaram por cima de nos para explodir muito longe, pareceu que seria o fim, algum tempo depois chegou um grande estrondo. O vento trazendo uma forte onda de fogo varreu a superfície da terra que se arrebentava abrindo grandes fendas, era tudo fogo e destruição, nuvens de sedimentos escureceram o céu por muitos dias e uma atividade violenta explodiu em forma de vulcões, uma grande força geológica movida por um processo tectônico adentraram por baixo de outras placas e as soergueram dobrando a massa da terra e assim foram construídas grandes montanhas que ao longo do tempo passaram a sofrer a ação do intemperismo na forma de chuvas, vento, calor e frio que terminaram por eclodi-las parcialmente, como saldo eclodiram rachaduras na crosta criando grandes placas que se movimentavam, e ainda hoje se deslocam causando grandes terremotos e maremotos fazendo as grandes águas esquentarem e ferverem matando quase todos os habitantes do planeta e grandes ondas invadiram   terra adentro sacudindo o fogo como em uma luta entre titãs, a massa incandescente empurrava a terra formando novas grandes elevações, o céu continuava a se enegrecer de nuvens nunca vistas antes e assim permaneceram por muito tempo depois desta terrível catástrofe. Resumindo, o nosso planeta se rachou em varias partes.  A chuva caiu torrencialmente por muitos dias sem parar inundando quase tudo, mas os lugares altos ficaram incólumes. O disco de terra abalado pelo grande impacto e pela movimentação tectônica se partiu em muitos pedaços formando o que hoje são os cincos continentes: Europeu, Asiático, Oceania, Americano e Africano, e uma centena de fragmentos a que chamamos de ilhas e istmos e penínsulas.
                   A migração dos sobreviventes se completou por muitas e difíceis maneiras, a exemplo, as raças que hoje habitam o continente americano vieram do continente Europeu para o novo continente atravessando o estreito de Bering junto ao mar do mesmo nome entrando pelo Alaska.
                   No novo continente, ou o Americano, até hoje, a costa leste do Brasil ainda se afasta da costa oeste da África em aproximadamente dez a vinte centímetros por ano criando uma extensa fenda, rachadura no fundo do mar  entre os dois continentes, que vão de sul a norte avivando o magma que em forma de fogo vulcânico aquece as aguas ocasionando a mutação climática na superfície e no próprio oceano alterando sistematicamente o equilíbrio biológico dos seres viventes aquáticos e faz com que as placas tectônicas se movimentem sorrateiramente podendo causar futuramente grandes danos aos dois continentes e sussurrando ainda os resquícios do Grande Impacto, que ao se deslocarem empurrados pela movimentação da crosta terrestre também dividiram em dois os maiores volumes da água formando os oceanos Pacifico e Atlântico fazendo com que o Pacifico arrastado pela costa oeste da America do sul ficasse inicialmente sessenta metros mais altos do que o Atlântico que ao se encontrarem  na ponta sul da América, no Cabo Horn, seu único ponto de vazão, em decorrência da diferença de nível geram uma tormenta eterna de redemoinhos violentos tão conhecidos como o Triangulo das Bermudas. Mas, gradativamente esta anomalia tende a se normalizar, as águas do Pacifico, com o decorrer do tempo, se nivelarão com as águas do Atlântico e isto causará uma grande invasão de terra no lado do Oceano Atlântico, a exemplo, no futuro, a praia de Copacabana desaparecerá quando às águas assumirão até os prédios a beira mar, e as águas salgadas do oceano Atlântico invadirão a foz dos rios levando água salgada, e, centenas de pequenas vilas ou cidades a beira mar nas costas brasileiras serão invadidas pelas aguas do mar, no outro lado, o do oceano Pacifico, haverá uma grande fuga das águas que baixarão deixando a descobertas enormes áreas nunca vistas antes. O canal de Panamá que tem suas comportas para elevarem e baixarem os navios de um oceano para o outro, isto em decorrência da diferença de nível, deixará de existir, suas comportas tornar-se-ão inativas e surgira um canal no mesmo nível dos dois oceanos
                   O planeta mudou sua posição se inclinando significativamente mudando o eixo verdadeiro e as estrelas já não estavam mais em seus lugares.  norte magnético já não colidia mais com o  norte verdadeiro registrando uma diferença de 10º graus.
                  Quando os tremores frequentes começaram a se acalmar já haviam se passados dois períodos de flagelo.
                  A modificação era total, a paisagem estava totalmente mudada.
             As águas começaram a baixar revelando lugares dantes nunca vistos e os lugares antes habitados estavam destruídos.
                   Nos polos a neve e o gelo se derretiam causando grandes inundações.
                   As pedras ainda quentes estavam resfolegando fumaças e as cinzas queimavam os pés. O silêncio era gritante, as noites passaram a ser fria e faltava a água limpa sem o gosto do enxofre, dos sulfatos e dos cloretos tão agressivos a saúde quanto ao veneno incolor e insensível ao paladar, o arsênico. 
                   Apenas dentro das cavernas que permaneceram intactas o liquido vital escorria pelas paredes, já tolerante, foi á salvação dos sobreviventes, a mãe água não se esquecera de nós. Uma brisa suave balançou os galhos de uma arvore de fruta pão, era o sinal, que chegara à hora de regressar, assim reunimos tudo e começamos a grande descida... 
                   O Criador, eu acredito, chorava de tristeza, mas por sua benevolência milagrosamente começaram a aparecerem sobreviventes, animais e seres humanos que desciam das então terras altas, vinham doentes e famintos, muitos morriam pelo caminho, outros chegavam trazendo no rosto os sinais da tristeza, alguns eram de tribos inimigas, outros de tribos amigas, mas ante a catástrofe todos nos solidarizávamos e esquecíamos nossos rancores, afinal éramos seres humanos.
                  Dentre estes talvez estivessem Noé e sua família.
                  Começaram a aparecer aos milhares os cadáveres dos grandes animais que morreram por não poderem galgar as íngremes subidas das montanhas em decorrência de seus hábitos e desvantagens físicas devido ao grande porte e desequilíbrios ou pelo cataclismo ou pela fome, pois nada havia para comer, mas mesmo assim muitos deles, os de menores tamanhos e que comiam pouco, sobreviveram ainda por um bom tempo, mas enfraquecidos e sem alimentação adequada e ainda doente foram desaparecendo, mas muitos resistiram.
                  Algumas aves começaram a sobrevoar e pequenos animais silvestres foram aparecendo se juntando aos sobreviventes como a buscar ajuda.    
                 Tivemos que recomeçar tudo de novo. Éramos poucos, mas havíamos aprendido uma lição, passamos a temer e a respeitar alguém que já, anteriormente, imaginávamos que existisse e este deveria ser o dono de tudo ou o Criador do Universo.
                   Retornamos ao nosso lugar em que dantes morávamos, mas nada foi encontrado nem os nossos amigos.                            

                             *

Novamente entravamos em outra era.
                   Os sobreviventes se espalharam pelos diversos continentes e ilhas, como já sabemos, muitos vieram da Europa para o Alaska atravessando estreito de Bering, foi uma peregrinação que durou muitos anos e estas grandes levas que desceram se espalharam pelo continente Americano em busca de clima tropical, mas muitos ficaram mais perto do frio e assim, separados num imenso território criaram suas próprias etnias e os métodos de comunicação se transformaram em idiomas, com o tempo, foram se modificando e originando em muitas línguas diferentes deixando sempre um traço da língua mãe o Latim”.
“Egito uma dádiva do Nilo”.
                   A 3.000 A.C., desenvolveu-se na margem do rio Nilo uma das mais brilhantes civilizações da antiguidade “O Egito”.                
Esta civilização estava situada na África numa privilegiada localização nas férteis terras das margens do rio Nilo com mais de mil quilômetros de extensão muito rica em animais selvagens como elefantes, hipopótamos, girafas, leões, patos marrecos, grous e codornas e muitas outras espécies.
                   O rio era usado como via de transporte por onde circulavam mercadorias, passageiros, tropas, pescadores e mensageiros.
                   Os egípcios cultivavam o trigo, arroz, oliveiras, frutas e leguminosas. Usavam a palha do trigo ou a do arroz que depois de moída era torrada e misturada à cal e a argila tornando-se uma forte liga de cimento com que fizeram os grandes blocos na construção das pirâmides e outras obras e utilizavam também os caules ou ramas destas plantas misturadas à massa á guisa de fibras.
                  No antigo império as capitais foram Tinia e Mênfis o rei era denominado Faraó, e era o ser supremo do império com poderes absolutos e tinha como seus auxiliares de governo vários ministros. Suas principais obras foram às pirâmides de Sacara (a mais antiga) Quéops, Quefrem e Miquerinos e na planície de Gisé a Esfinge uma enorme escultura com corpo de leão e cabeça humana.   
 Foi na religião que o povo egípcio teve sua mais marcante participação tanto na literatura, na filosofia e na ciência. Eram na maioria politeístas, isto é adoravam muitos deuses, e dentre estes se destacaram Rã, Isis, Hórus e Osíris e certos animais eram considerados sagrados como o gato, o crocodilo, o escaravelho e o boi, por esta e outras razões o Egito foi duramente castigado pelo Senhor do Universo.
                   Os povos Egípcios eram protegidos pelo deserto de Saara contra seus possíveis invasores que do outro lado, no continente, prosperavam a custas de guerras, saques e invasões de territórios.
               Vale do Rio Nilo--Egito antigo.   
                   “Entre estas nações as que mais destacaram foram os: Os Mesopotâmios, os Palestinos, os Cretenses e Fenícios, os Persas, os Chineses e Hindus, os Gregos, os Romanos, os Reinos Bárbaros, o Império Carolíngio, e centenas de hordas bárbaras, dentre estes os Palestinos  mereceram  mais atenção por serem  um povo bem diferente.”
Capitulo 06.
1.Ciclo de Abraão. II. História dos Patriarcas.

                       Patriarca Abraão.
A Dinastia Hebraica e...
a tomada de Canaã.
O principio das dores...O inicio dos conflitos..

Por volta de 1.800 a.C., Enquanto orava, o patriarca Abraão (acreditando ter ouvido a voz de Deus)  Tendo ouvido a voz de IAHWEH que lhe disse: “Sai de tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de ti um grande povo, eu te abençoarei, engrandecerei teu nome; Sê uma benção;” (Genesis, 12: 1,2)
                 Abraão como patriarca era ao mesmo tempo sacerdote, juiz e chefe.
                 Aceitando a missão de conduzir seu povo a Canaã, a Terra Prometida, Abraão determinou a seu povo que destruísse todos os ídolos que seu povo adorava.
(Abraão e seu povo eram monoteísta, deviriam adorar a um só Deus e não idolatrar imagens) porque então ordenara que destruíssem ídolos que seu povo adorava? Por ventura os hebreus se haviam tornado politeístas adorando a outros Deuses e os idolatrando?
                   E assim partiu em busca da terra prometida a “Canaã”, onde correria leite e mel. Foi uma jornada cruel cheia de lutas, fome e guerra.  Já era bastante velho quando chegou a Canaã, Abraão buscava a paz, mas seu filho Ismael para se instalar travou luta pela posse da terra que já era habitada por Cananeus e Filisteus, muitos foram mortos e outros expulsos...
“Continua na pagina .
                                                     §
Histórico do povo que então habitava Canaã.
Cananeus e Filisteus... 
                   (Há) mais de 5000 anos, depois de um período de seca que assolou a Península Arábica, os Cananeus, tribos dos árabes semitas (o grifo é nosso) vieram se estabelecer nos territórios a leste do Mar Mediterrâneo que formam, hoje, a Síria, o Líbano, a Jordânia e a Palestina. Os Jebusitas, um subgrupo Cananeus, fundou Jebus - Jerusalém- no lugar onde ele está localizado hoje e edificaram o primeiro muro ao seu redor, dotado de 30 torres e sete portões. Aproximadamente 2000 anos mais tarde, os filisteus, vindos de Creta, chegaram á terra de Canaã. Misturaram-se com as tribos Cananéia e viveram na área sudoeste da moderna Palestina, sobre a costa do Mar Mediterrâneo na área que agora se estende na Faixa de Gaza até Ashdod e Ashkelon.
                   Os Cananeus deram aos territórios que eles habitaram o nome bíblico de "A Terra de Canaã", enquanto os filisteus deram-lhe o nome de Filistina ou 'Palestina' Os Cananeus descobriram que estavam numa localização estratégica e cercada por poderosos impérios originários do Egito a sudoeste, através do Mar Mediterrâneo a oeste, e Mesopotâmia e Ásia a nordeste. Mais de um milênio antes do nascimento de Cristo, egípcios, assírios, babilônicos, persas, mongóis, gregos e romanos cresceram ao redor da terra dos Cananeus e filisteus e a governaram por variados períodos de tempo.
                   A posição geográfica da área significava que ela servia tanto como uma ponte entre os vários impérios regionais, como uma arena para lutas e conflitos entre eles. Em consequência, os Cananeus nunca puderam estabelecer um estado forte e unificado, e suas organizações políticas tomaram a forma de cidades independentes dotadas de governos ligados por relações federativas. Entre as cidades costeiras mais proeminentes dos filisteus, Cananeus e fenícios que habitaram a área da atual Palestina estavam Beirute (Bairtuyus), Sidon, Tiro, Acre, Ashkelon e Gaza. As cidades Cananéia do interior incluíam Jericó, Nablus (Shikim) e Jerusalém (Jebus). A religião dessas primeiras civilizações da Palestina era centrada na natureza: o céu era o Deus Pai e a terra era a Mãe Terra. Esses povos semitas de Canaã formaram a base do tronco do qual descendem os palestinos de hoje.
                   Em termos de geografia, demografia, sociedade, economia e vida cultural, Jerusalém tem sido o centro da Palestina e o grande ponto de encontro de importantes corredores leste-oeste, norte-sul. De fato, desde os tempos das civilizações mais primitivas da Palestina, Jerusalém tem sido a parte mais importante e inseparável da Palestina. Assim, quem quer que controle Jerusalém esteja numa posição de domínio sobre a Palestina. Nela localiza-se a raiz da turbulenta e conflituosa história da cidade de Jerusalém. Por volta do século XVIII A.C., Abraão veio de Ur, no sul da Mesopotâmia, para a terra de Canaã. Ele se estabeleceu nas cercanias do Vale do Jordão. Visto que nem o velho e nem o Novo Testamento não haviam sido revelados durante sua vida, Abraão não era nem judeu nem cristão, mas um crente na unicidade de Deus. Ele é descrito no Gênese como tendo adorado "o mais alto Deus". O Corão menciona que ele era um 'muçulmano', não na acepção moderna de alguém que segue as leis reveladas no Corão, mas sim no sentido de ter entregado "sua submissão à vontade de Deus".  
                 Assim, cristãos, muçulmanos e judeus ainda rogam por ele em todas as suas preces, como acreditam que Deus lhes exortou a fazerem. Agar, a concubina de Abraão, lhe gerou seu filho Ismael, de quem os atuais muçulmanos traçam sua descendência; entrementes, sua mulher Sara gerou-lhe o filho Isaac, do qual os atuais judeus traçam sua linhagem. Abraão se mudou para um lugar perto de Hebron (AL-Khalil), onde viveu pregando o monoteísmo. Quando morreu, Ismael e Isaac sepultaram-no na mesma cova onde sua mulher Sara foi sepultada. Seu filho Isaac gerou Jacó (Israel), que viveu na região de Harran (Aram) Por volta de 1300 a.C., os doze filhos de Jacó (Israel) partiram para o Egito. Eles se integraram aos egípcios e José, o mais jovem dos filhos de Jacó, casou com a filha do sumo sacerdote. Originalmente um pequeno grupo de pessoas, eles se multiplicaram e ganharam força durante várias centenas de anos no Egito, tornando-se os israelitas. Foi no Egito que Moisés, o fundador do judaísmo e o mais eminente legislador e também profeta para as três religiões reveladas, nasceu e estudou filosofia egípcia, tornando-se letrado em todas as ciências dos egípcios. Moisés, juntamente com seu povo (B'nei Israel) deixou o Egito por volta do século XIII A.C.. vagaram durante 40 anos no Sinai, e durante esse tempo ele recebeu a lei divina judaica no monte Sinai (Tur).             
                 Após a morte de Moisés, Josué assumiu a liderança dos israelitas e os conduziu para o oeste pelo rio Jordão até Canaã. A primeira cidade Cananéia que Josué conquistou foi Jericó, destruindo-a juntamente com seus habitantes. Depois, ele assumiu o controle de Yashuu' (Bayt Ele), Likhish, e Hebron, embora os filisteus tenham bloqueado o avanço do povo de Moisés rumo à costa, na área entre Gaza e Jafa, enquanto os Cananeus impediram-nos de conquistar Jerusalém. Quando chegaram a Canaã, foram influenciados pelos Cananeus e imitaram seus ritos religiosos, especialmente na apresentação de ofertas sacrificiais ao Deus Baal. Nos 150 anos seguintes, os israelitas, filisteus e Cananeus controlaram, alternadamente, porções da área da moderna Palestina, com os Cananeus (Jebusitas) controlando Jerusalém. Mas nenhum grupo foi capaz de consolidar o controle sobre toda a área. Houve numerosas lutas entre grupos sendo que cada um individualmente mantinha sua própria cultura e sua própria independência.  Por volta de 1000 a.C., o rei dos israelitas, Davi, pôde subjugar os pequenos estados de Edom, Moab e Amon. Durante sete anos ele fez de Hebron sua capital, mas, depois transferiu o centro do poder para Jerusalém pelos últimos 35 anos de seu reinado. Depois dele, o poder passou para o seu filho Salomão, que é famoso por ter erguido o lugar de adoração conhecido como o Templo de Salomão. Para os judeus, esse templo tornou-se o centro da vida religiosa e o símbolo básico de sua unidade. Tornou-se ainda um ponto de peregrinação emocional para o povo judeu. Com a morte de Salomão, seu reino foi dividido em dois: o Reino de Israel, ao norte, composto por dez tribos, com Samaria (Sabastia) como sua capital e o Reino da Judéia, ao sul, composto por duas tribos, com Jerusalém como sua capital. Lutas crônicas entre os dois estados e batalhas colocando-os contra os Cananeus e os filisteus, caracterizaram esse período da história do Oriente Próximo. Por volta de 720 a.C. os assírios, sob o rei Sargão, destruíram o reino israelita ao norte. Em 600 a.C. os babilônios, sob o comando de Nabucodonosor, conquistaram o reino israelita sudeste, destruindo o templo de Salomão em aproximadamente 586 A.C.. Em ambos os casos, a maioria da população foi levada para a Assíria e a Babilônia, na Mesopotâmia, como escrava. Quanto a Jerusalém, tornou-se colônia babilônica. Por volta de 838 a.C., Ciro, rei dos persas, foi capaz de conquistar o império babilônico (Mesopotâmia), prosseguiu em suas conquistas até que ocupou a Síria e depois a Palestina, incluindo Jerusalém, permitiu que os escravos de Nabucodonosor retornassem à Palestina, e o Segundo Templo foi concluído em 515 A.C. Quando o império grego floresceu (eles ainda governaram Jerusalém durante sete anos a Palestina caiu sob o domínio do Egito (322-200 A.C.) e depois por certo período sob o governo dos selêucidas da Síria de 200 a 142 A.C.. Nesse ano, o rei Antióquio IV, que tinha danificado o Templo de Salomão forçou os judeus a renunciarem ao judaísmo e a abraçarem o paganismo grego. Por volta de 63 A.C., depois que os romanos subjugaram os seldjúcidas na Síria, o general romano Pompeu assumiu o controle sobre Jerusalém. Com a ajuda dos romanos, Herodes se tornou rei da Judéia no ano 40 A.C. seu reinado durou até sua morte no ano 4 A.D. Durante esse tempo, o Templo de Salomão foi reconstruído em Jerusalém e houve a perseguição, o processo de crucificação de Jesus Cristo, depois do que, sobreveio a propagação da fé cristã. Na era de Tito, cerca de 70 A.D., os romanos infligiram aos judeus uma derrota devastadora. Tomaram Jerusalém e queimaram o templo judeu de uma vez por todas. Sob Adriano, várias décadas depois, os remanescentes finais da população judaica foram subjugados e expulsos da Palestina. Os romanos ergueram uma nova cidade sobre as ruínas de Jerusalém, a qual eles dominaram de Aelia Capitolina, com referência ao imperador Aelius Adrianus. Cerca de 400 A.D., Jerusalém tornou-se uma cidade bizantina e cristã.
                 Mas embora a Palestina e seus habitantes se tornassem uma parte do império bizantino política e religiosamente, a vida e a cultura dos Cananeus locais permaneceram voltadas para Jerusalém. Após um breve período de controle pela Pérsia, no começo do século VII A.D. a Palestina e o resto da Síria saíram do jugo dos romanos e caíram na esfera do império árabe-islâmico. Jerusalém tornou-se a primeira direção das preces dos muçulmanos (qibla) - 'o primeiro dos dois qiblas'- e a Palestina os recintos que Deus abençoou'.
                 Em 638 A.D., o segundo califa, Omar ibn al-Khattab, chegou a Jerusalém. É importante notar que pelo, aproximadamente, 1300 anos desde a chegada da civilização árabe-muçulmana à Palestina, até o século em curso, Jerusalém permaneceu árabe, do ponto de vista da língua, da cultura e da demografia. Omar acreditava que Alá ordenara respeito à santidade a cidade de Jerusalém e o respeito por Ahl al-Kitab (O povo do livro). De acordo com o islã, a liberdade de culto a Ahl al-Kitab em Jerusalém é uma dádiva de Deus e, por isso, não pode ser subtraída por mãos humanas. Assim, Omar não tomou a cidade pela força, mas pelo contrário, instituiu a Convenção de Omar, um acordo que determinava o controle muçulmano sobre a cidade, mas reconhecia o direito inalienável à liberdade de expressão para judeus e cristãos em Jerusalém. Omar confiou às duas famílias árabes muçulmanas em Jerusalém as chaves da Igreja do Santo Sepulcro. Ele agiu assim a fim de mandar uma mensagem aos muçulmanos de que a igreja era um templo sagrado que não deveria ser danificado, desrespeitado ou violado de nenhum modo, e como uma resolução para rixas entre várias seitas cristãs sobre quem deveria controlar a igreja. Das famílias árabes residentes na cidade, algumas se converteram ao islã imediatamente, enquanto outras mantêm até hoje sua fé cristã. Entre essas famílias árabes cristãs e muçulmanas da velha Jerusalém estão os Khalidis, os Alamis, os Nuseibehs, os Judahs, os Nassars e os Haddads.
                 A lei muçulmana vigorou em Jerusalém e na Palestina desde o século VII A.D. até o começo do século XX, excetuando o período das Cruzadas. Os cruzados capturaram a cidade em 1099 A.D., viram-na libertada pelos aiúbidas sob Saladino em 1187 A.D., e depois a recapturaram em 1229 A.D. Cerca de quinze anos mais tarde, os muçulmanos outra vez ali restabeleceram seu governo, e acidade não saiu mais do seu controle até a ocupação britânica na I Guerra Mundial, em 1917. As dinastias islâmicas - ao omíadas, abássidas, os fatimidas os seldjúcidas, os aiúbidas, os mamelucos, os otomanos e os hashimitas - respeitaram o "status quo ante" instituído na Convenção de Omar ibn al-Khattab. Todos eles participaram da reconstrução de Jerusalém, preservando a santidade de sua herança e desenvolvendo seu legado islâmico e árabe. Essas dinastias se esforçaram para reconstruir as mesquitas da Abóbada dourada (ou Domo) da Rocha e de Al-Aqsa, da abobada prateada referenciadas no primeiro verso da Sura 17 do Qur'na.
                 Finalmente, os governantes árabes estavam ansiosos para dar a Jerusalém um status especial; O primeiro califa Omíadas, Muaawiyah uniu sua identidade pessoal com Jerusalém, denominando-se o califa de Bait al-Maqdis. O califa Abd al-Malikergueu, em 691, a magnífica abóbada (Qubbat al-Sakhra) sobre a rocha santa de onde Maomé ascendeu para falar com Alá e onde Abraão quase sacrificou Ismael. Também ergueu a Mesquita de Al-Aqsa na parte sudeste da área deal-Haram, al-Sharif, para substituir a construção em madeira da velha mesquita. Estas duas últimas mesquitas foram restauradas e embelezadas pelos governantes árabes subsequentes, mais recentemente pelo rei Fahd, da Arábia Saudita, e o rei Hussein, da Jordânia.
                   Cananeus e Filisteus

O termo "Cananeus" se aplica ao povo que vive nas terras ao extremo leste do mar Mediterrâneo a partir do ano 2000 a.C. Na época da invasão israelita sob Josué, Canaã estava habitada por um grande número de estados independentes. Cada um desses estados era uma cidade murada, com sua própria família real e seu palácio.
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Os Cananeus que viviam na costa eram grandes comerciantes (tanto o termo "Cananeus" chegou a significar em hebraico, "mercador"). Os portos mais importantes eram Tiro, Sidom, Beritus (atual Beirute) e Gebal (aos quais os Gregos chamavam Biblos). Todos estavam no atual Líbano, os barcos destas regiões levavam madeiras de cedro, azeite, vinho e outros produtos ao Egito, Creta e Grécia (1 Rs 5:6; Sl 29:5; 92:12). á Canaã regressavam com linho egípcio e artesanato grego. Biblos era um importante centro de importação de papiro (por isso os livros feitos de papiro receberam o nome de "bíblia", a mesma palavra com a qual designamos o livro sagrado dos cristãos).
O artesanato Cananeus e fenício havia alcançado fama na época do rei Salomão. Desde o Líbano, pela costa, enviou-se cedro do Líbano para a construção do templo de Jerusalém; Hirão, de Tiro, hábil trabalhador do bronze, ajudou Salomão na construção do templo.
Os babilônicos e egípcios haviam desenhado sistemas de escrita baseados em desenhos; os primeiros a desenvolverem um alfabeto foram os Cananeus. Eles escolheram um objeto diferente para representar cada consoante e usavam esses traços para representar sons. Assim, nós dizemos "p de porta"; eles diriam "o desenho de uma porta representa o p". Escolheram coisas conhecidas (touro, camelo, porta, mão) para representar as diferentes letras. Daí nasceu o alefato (de Alef, "cabeça de touro", e bet, "uma casa") ou alfabeto.
Os israelitas admiravam a destreza dos Cananeus; porém lhes foi ordenado não adotar a religião destes (Js 23:6-13). Tristemente, logo começaram a adorar a Baal, e aconteceu todo tipo de desastres. Baal era o deus do clima, da fertilidade e da guerra. Uma de suas esposas, Astarote, era a deusa do amor e da guerra. Anate, a mais importantes das consortes de Baal (segundo outros textos), era representada como uma deusa brutal e sanguinária. As festividades religiosas Cananéia expunham a luz o pior da natureza humana (incluindo o sacrifício de crianças).
Próximo do ano 1200 a.C. talvez pouco depois da conquista de Canaã pelos hebreus, vários grupos conhecidos como "gente do mar" invadiram a parte leste do Mediterrâneo. Arrasaram a costa, estendendo o terror até as fronteiras do Egito. Ali, graças às forças egípcias os derrotaram. Um daqueles grupos filisteus se assentou na região costeira do sul de Canaã, perto da fronteira com o Egito.
Desde a época dos juízes até o reinado de Davi, os israelitas e os filisteus combateram pela terra. Os filisteus chegaram, provavelmente, de Creta. Levaram consigo o artesanato grego, cretense e cipriota. Ainda mais importante, tinham especial habilidade na forja de metais, especialmente o ferro. Este monopólio lhes deu vantagem na guerra, pois as armas de ferro são mais fortes que as de cobre ou bronze. Os israelitas tiveram que pedir aos filisteus que lhes afiassem suas ferramentas de ferro (1Sm 13:20-21)
Os filisteus tinham cinco cidades importantes (conhecidas como a Pentapólis filistéia), cada uma com seu rei e seu templo. Estas cidades eram: Ashdod, Ecrom, Gate, Gaza e Asquelom (Js 13:13)... assim...
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...continuação da pagina ...                           
                 ...como já vimos os hebreus ocuparam os férteis vales do norte e as zonas montanhosas do sul, onde hoje é a Palestina (ou Canaã) então ocupada por duas tribos que foram expulsos pelos hebreus: Cananeus e os Filisteus.
                 Desta má interpretação de Abraão em “acreditar” ter ouvido a voz de Deus e usar o Seu Santo Nome para impor sua vontade própria, desde então, pelo seu primeiro filho Ismael nascido de uma escrava de nome Agar, a família de Abraão foi dividida.
A bíblia nos fala que Abraão era casado com Sara, um dia eles receberam uma promessa de Deus que eles iam ter um filho, os anos se passavam e Sara não engravidava (ela já tinha mais de 90 anos e Abraão 100). Sara então deu a Abraão sua serva Agar para que eles gerassem um filho. Com Agar, Abraão teve Ismael. Porém, depois disso Abraão e Sara finalmente conseguiram gerar um filho, no qual chamou Isaque (significa filho da promessa). Então Ismael e Isaque eram irmãos, filhos do mesmo pai e de mãe diferentes, sendo assim, Ismael (mais velho) debochavam do irmão caçula, Sara esposa de Abrão mandou que ele desse um jeito na situação, pois não havia como criar os dois juntos, o filho da esposa e o da amante. Abraão então mandou Agar para o deserto. Desde então Isaque e sua descendência deram origem ao povo judaico e Ismael expulso com sua mãe foi para o deserto e habitaram entre os Árabes, mas o patriarca os recebeu de volta.
Este histórico episódio deu origem às nações árabes. (ou povo do deserto). Isaque o lado Cristão e Ismael o lado Mulçumano. Os conflitos que hoje vemos partem daí, os dois povos (judeus e mulçumanos) vieram de Abraão e pela bíblia o Vale do Canaã, ou Palestina foi dado por Deus a Abraão, mas já era habitada pelos povos de origem Arábica, portanto essas guerras no Oriente Médio são por causa da terra prometida ou Canaã, hoje Palestina onde em Jerusalém está assentada a mais importante mesquita mulçumana “Domo da Rocha” e os Israelenses impedem os mulçumanos de ali fazerem suas orações (ver figura e descrição). As duas religiões reivindicam a posse da terra, que julgam ser suas, pois o pai é Abraão.
                  Por volta de A.C. 1.700 como castigo pela desobediência a Deus, a Palestina foi acometida de uma grande fome em razão da seca que assolou a região, os hebreus, sob o comando de Jacó se retiraram para o Egito e se fixaram na região do delta do rio Nilo e ali ficaram por quatrocentos anos.. Viviam unidos, preservando seus costumes e tradições. Contudo, essa situação mudou após a expulsão dos hicsos. O Faraó amedrontado ante a espantosa ascensão dos judeus que se multiplicavam e ficavam cada vez mais ricos se tornando fortes negociadores e com a usura que lhes eram características foi dominando os pontos estratégicos do governo egípcio causando ruptura nos meios econômicos, chegando a ocuparem altos cargos na esfera governamental, como repressão, o Faraó determinou a apreensão de todos os bens dos hebreus e ordenou que todos os recém-nascidos judeus do sexo masculino fossem sacrificados, entretanto uma judia, para salvar seu filho o colocou as escondidas dentro de um cesto e o soltou nas águas do rio Nilo. Por obra do Senhor do Universo o menino foi encontrado por uma filha do Faraó quando banhava e o levou para o palácio e o criou dando-lhe o nome de Moises que significa “salvo das águas”. Moises cresceu entre os egípcios e como um deles e tinha muita autoridade na corte. Em a.C. 1.250, já homem  refeito descobrindo a sua origem, revoltou-se contra a opressão de seu povo e o guiou de volta a Canaã. Neste retorno os hebreus vagaram por quarenta anos pelo deserto. Um dia acampou junto ao monte ao Monte Sinai, Moises galgou o monte sozinho para em total isolamento receber inspiração de Deus que o orientasse como conduzir seu rebelde povo, Moises como bom artesão que era gravou em duas peças de pedra os dez mandamentos que ficaram conhecidos como as Tabuas da Lei, tida como uma oferenda do próprio Deus, e se assim não o fosse seu povo nunca a receberia e nem levariam a sério, mas como obra de Deus teria que ser respeitada como uma Lei que deveria nortear e conduzir povo hebreu, Moises se demorou muito tempo na busca das tabuas da lei e isto fez com que seus rebeldes seguidores se desvirtuassem e seguindo o caminho do mal e ainda entendendo que Moises não mais voltaria fizeram um bezerro de ouro e passaram a adorá-lo, mas Moises se rompe no acampamento e revoltado quebrou as duas tabuas da lei e expulsou muito dos seus e novamente galgou o Sinai para tempos depois voltar com outras duas tabuas da lei e as apresentou ao seu povo  e Moises criou o Judaísmo.
                 O respeito era imposto pelos patriarcas que se presumiam teriam contato direto com o Criador, e Deus teria lhes dado poderes inimagináveis, que somados a pouca cultura dos povos tornava-os necessariamente submissos ás Leis e Regulamentos dos Patriarcas.
                 Embora sendo um povo altamente inóspito e ainda em estado semibárbaro, eram submissos e obedientes e estas características notáveis os preservavam vivendo unidos pela religião Judaica instituída por Moises e se tornaram ativos monoteístas.
Os Dez Mandamentos...
1.        Não adoreis outros deuses, adore somente a Mim;
2.        Não faças imagem de barro, bronze, ferro ou ouro,
   porque eu sou um só Deus verdadeiro;
3.         Não use o Meu Santo nome em vão:
4.         Guardai o sábado;
5.        Respeite seu pai e sua mãe;
6.        Não mataras;
7.        Não cometeras adultério;
8.           Não roubarás;
9.        Não de falso testemunho contra ninguém.
10.     Não cobice a casa de outro homem, não cobice a sua
   mulher, seus servos, ou suas posses.                 
                   Mas não conseguiu chegar à Palestina, morrendo no caminho, foi substituído por Josué que liderou a luta pela reconquista da Palestina que estava ocupada por vários povos entre estes os filisteus e os Cananeus os quais foram novamente expulsos, após a qual o território foi dividido entre as doze tribos de Abraão, os descendentes de Jacó que depois passou a se chamar Israel eram estes: Manasses, Ruben, Zebulon, Isaacar, Aser, Naftali, Dã, Benjamim, Efraim, Simeão, Judá e Gade.
Depois de divididos entres os povos de Israel a fim de garantir e manter a unidade de seu povo instituiu a monarquia e Saul foi o primeiro Rei, seu reinado durou quase um século, mas em seu governo os filisteus, anteriormente expulsos, atacaram e derrotaram os hebreus. Para não ser aprisionado o rei Saul se suicidou. Seu sucessor foi Davi que prontamente unificou as difíceis doze tribos estabelecendo a capital em Jerusalém venceu aos filisteus e expandiu seu território. Em 996 a.C. Davi foi sucedido pelo seu filho Salomão que construiu um templo para guardar as Tabuas da Lei na Arca da Aliança que se presumiam seria a aliança entre as doze tribos e o Criador.
Com a morte do rei Salomão houve o rompimento da unidade política do povo Hebreu. Ocorreu a Cisma que representou o rompimento da unidade política do povo hebreu. Israel ao norte com capital em Samaria e composta de dez tribos. Esta divisão enfraqueceu o povo hebreu que em 722 a.C., foi dominado pelos Assírios sob o comando de Sargão II; E Judá ao sul com capital em Jerusalém formado por duas tribos, que mais tarde, em 586 a.C., foram dominadas pelos Caldeus comandados por Nabucodonosor.  Muitos habitantes foram aprisionados e levados para o cativeiro em Babilônia. Em 539 a.C., quando o rei Ciro, da Pérsia dominou a Mesopotâmia, libertou os hebreus e permitiu que voltassem á palestina. A Palestina foi conquistada em 333 a.C., por Alexandre Magno e em 170 A.C. a cidade de Jerusalém foi totalmente destruída pelos romanos e em 131 A.C., o imperador romano Adriano empreendeu violenta repressão contra os hebreus levando-os a se dispersar pelo mundo episodio este conhecido como Diáspora. Por muitos séculos os judeus viveram e ainda vivem em diferentes países.
                                                                *
 Capitulo 07

Da era de Abraão a era Cristã.
                  “A Grande Promessa”.                            

                 Na era cristã nasce o sábio dos sábios, ele veio de Deus, o enviado trouxe a mensagem de salvação da humanidade, mas nem todos o ouviram.             
                   No inicio do primeiro milênio nasceu em Belém na grande Judéia o Escolhido do Senhor do Universo o Grande Deus, um menino que recebeu o nome de Jesus e trouxe consigo o Espírito Santo e o amparo do Pai.

  “Ele nasceu em um estábulo, era pequenino, muito fraco e muito pobre, mas em seus olhos existia a luz do céu, era verdadeiramente o filho de Deus”.
(Padre François Jaques Jentel. - Padre Chico).                           

                 Viveu como um simples ser humano entre os seus familiares e o povo daquela pequena cidade de Nazaré na grande Judéia, trabalhava na oficina de carpintaria de seu pai José de Arimatheia, e assim viveu humildemente por trinta anos quando então foi chegada à sua hora, conclamou multidões, confortava os fracos e oprimidos. Ficou conhecido como Jesus o Nazareno.
                 “Eu vim para este mundo, mas não sou deste mundo não se turbe o vosso coração credes em Deus, credes também em Mim, na casa de meu Pai há muitas moradas se não fosse assim, Eu vos teria dito, pois vou preparar-vos um lugar e quando for e vos tiver preparado lugar Eu virei novamente e vos levarei comigo afim de que, onde Eu estiver estejais vós também”.
“Mas, Deus deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”.
                   “Vinde a MIM vos que estais cansados e oprimidos e EU vos aliviarei, pois o meu fardo é leve e o meu jugo é suave”.
Pregava o amor fraterno, a caridade e a humildade e anunciava a chegada do Reino do Céu, dava vida aos mortos, curava as doenças e fazia os cegos enxergarem. Falava por meios de parábolas e ensinava aos sacerdotes nos templos, desafiou os poderes dos conquistadores e iniciou a sua verdadeira missão: “EU não vim destruir o velho mandamento, e sim cumpri-lo, mas um novo mandamento EU vos dou Amarás ao Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, com toda tua força, e de todo o teu entendimento, e o teu próximo como a ti mesmo”.
                   Pois aquele que o PAI enviou fala as palavras de Deus, pois ele da o Espírito sem medida. O Pai ama o filho e tudo tem posto em suas mãos, porem o que crê no Filho tem a vida eterna, o que porem o desobedece não verá a vida, mas sobre ele pesará a ira de Deus.
                   Quem, portanto, aceitar o Filho e Nele crer já tem a vida eterna, pois assim como Deus o é em Toda palavra é eterna e a vida é perfeita o mesmo se dará com toda criatura viva que assimila e guarda o verbo, mas se não aceitas a palavra divina pela boca do Escolhido jamais terá a vida eterna, certamente sofrerá a Ira de Deus, portando ide e aceitais a sua palavra para receberdes o batismo do Espírito Santo que é vivo e não deve ser profanado, pois cada versículo é uma semente oculta sob um manto, no qual germinará a Vida Eterna em sua mais esplendorosa e concebível sabedoria.
                   Portanto não tornemos a Sua vinda em vão, a velha lei que teve origem na Lei de Moises a qual se inseriram muitas regulamentações, com passar dos tempos se tornava cada vez mais impossível de se as cumprir, pois estava escrito “Quem tropeçar num só degrau desta lei será culpado dela toda” e Cristo se fez maldição ao ser pregado na cruz porque estava escrito Maldito todo aquele que for pregado no madeiro”. Portanto Jesus como Filho de Deus não cumpriu ao determinado na velha lei, eis que anteriormente já a havia a desafiado ao entrar na ceara no dia de sábado para colher espigas para comer quando foi advertido que era proibido e contra a lei colher no sábado a que Ele respondeu “O sábado foi feito por causa do homem  e não o homem por causa do sábado”O mesmo se deu quando curou paralitico em um dia de sábado o que causou grande ira nos fariseus e daí tramaram a sua morte. Cristo aceitou essas provações para mostrar ao mundo a irracionalidade da velha lei, pois nem Ele como Filho de Deus a pode cumprir, assim a velha lei foi abolida. Na velha Lei o castigo para o pecado era a morte, na nova Lei de Cristo o castigo para o pecado é o perdão, portanto arrependei-vos e serás perdoado.
                   Seus feitos regem até hoje os destinos da humanidade, ensinou a perdoar, a amar e que a porta do reino dos céu esta aberta para todos os que nele crerem, ensinou a Não temer a morte, pois o que mata só mata o corpo depois nada mais pode fazer, cuidai antes daquele que pode matar o corpo e depois a alma, ensinava que a avareza é um dos maiores pecados dos seres humanos:
 “É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”.
                  Jesus na sua humildade legou ao mundo uma brilhante dissertação que ultrapassou os limites dos conceitos sociais, religiosos e humanos numa profunda e marcante doutrinação conhecida como...
“O sermão da montanha”.
                  Nos episódios de suas pregações Jesus suscitou muitos inimigos como os poderosos Sacerdotes, e quase toda nação israelita também se voltou contra Ele, pois não aceitavam tanta sabedoria e nobreza em tanta humildade e alguns dirigentes de Estado e os próprios judeus que esperavam que Cristo como o Messias e Filho de Deus pelo poder que tinha expulsasse os Romanos e reconquista-se o Poder e como Ele não o quis porque Ele teria vindo, para toda criatura viva do PAI, especialmente para os fracos e oprimidos e aos que estivesse perdido, Ele ensinava o caminho da salvação e não importava quem quer que fosse se dele precisasse.
                   Na sua curta passagem por este mundo já estava delineada a sua trajetória desde o nascimento até a sua morte e Ele sabia que assim deveria ser para que se cumprisse ao que a Ele estava predestinado.                            
                 Era muito comum exortar aos apóstolos e aos seus seguidores com belíssimas passagens e parábolas.
                  Jesus fez muitas curas maravilhosas e quando o fazia pedia ao PAI que transferisse para Ele aquela doença porque Ele poderia suportar melhor do que aquele pobre corpo enfermo e assim se sucedia e Jesus cada vez mais carregava para si os fardos dos necessitados lembrando que...
                “Virar as costas aos pobres é o mesmo que virar as costas para Deus”.
                 Jesus pregava a humildade, a caridade, o amor fraterno e anunciava o juízo final e a vida eterna. Ele não foi aceito pelos judeus como o Messias, porque esse povo esperava um salvador que enfrentasse o poder romano.
                   A mensagem de Jesus era dirigida a todos os povos e não somente para os judeus. Quando Jesus sentou-se à mesa dos pecadores os seus seguidores o censuraram dizendo entre si que esperavam um Messias que os liderasse e derrotasse os romanos e não um que se sentasse à mesa com prostituas e ladrões, a que Jesus conhecendo seus corações lhes falou: São os doentes que precisam de medico e não os sadios”. 
                 Jesus afirmava: “Não cuideis  que vim trazer a paz, mas sim a dissensão entre pai e filho, entre marido e mulher”.
                   Em uma casa ou família certamente se, nem todos, viessem a aceitar a vinda de Jesus como Messias e então nascerá a discórdia e um se rebelaria contra o outro e dai se originando os cristão e os islamitas. (ou mulçumanos)

A pregação de Jesus.
                Como a sua pregação não foi entendida, sofreu perseguições e após ser preso ordenou-se a sua crucificação, pois Jesus comovia as multidões e os Lideres Romanos insuflados pelos próprios judeus sacerdotes e fariseus, começaram a temê-lo, o povo o chamava de Cristo o Rei dos Judeus e para eles, romanos, só existia um rei que era César de Roma, mas não acharam nele culpa que exigisse o sacrifício da cruz, mas o seu próprio povo exigiu e ele foi pregado no madeiro.

Sentença de Pôncio Pilatos a Jesus.

                “No ano XVIII(Sic) de Tibério César, imperador romano e de todo o mundo, Monarquia invencível na Olimpíada c.xxi, na Cidade xxiv e na Criação do Mundo, segundo os números e cálculos dos Hebreus, quatro vezes MC1xxxvii, e da propagação do Império Romano L.xxiii, da libertação da escravidão da Babilônia m.cc.xi, sendo Cônsules do Povo Romano Lúcio Pisano e Maurício Pisarico; Procônsules Lúcio Balesna público Governador da Judéia, e Quinto Flávio, sob o regimento e Governo de Jerusalém, Governador Gratíssimo Pôncio Pilatos, regente da baixa Galiléia, e Herodes Antipas, Pontífices do Sumo Sacerdote Anás, Caifás, Alit Almael o Magr. do templo, Roboan Ancabel, Franchino Centurião, e Cônsules Romanos e da Cidade de Jerusalém Quinto Cornélio Sublima e Sexto Pontílio Rufo; no dia XXV do mês de Março. Eu, Pôncio Pilatos, aqui Presidente Romano dentro do Palácio da Arquipresidência, julgo, condeno e sentencio à morte a Jesus chamado pela plebe Cristo Nazareno, e de pátria Galiléia, homem sedicioso da Lei Mosaica, contrário ao grande Imperador Tibério César; e determino, e pronuncio, pela presente, que sua morte seja na Cruz, e pregado com cravos como se usa com os réus, porque aqui congregando e juntando muitos homens ricos e pobres não parou de causar tumultos por toda a Judéia, fazendo - se filho de Deus e Rei de Jerusalém, ameaçando trazer a ruína para esta Cidade, e para seu Sagrado Templo, negando o tributo a César, e tendo ainda tido o atrevimento de entrar com palmas, em triunfo, e com parte da plebe, na Cidade de Jerusalém e no Sagrado templo. E ordeno que meu primeiro Centurião Quinto Cornélio leve publicamente Jesus Cristo pela Cidade, amarrado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado com alguns espinhos, com a própria Cruz nos ombros para que seja exemplo a todos os malfeitores; e com ele que sejam levados dois ladrões homicidas, e sairão pela Porta Sagrada, agora Antoniana, e que leve Jesus ao monte público da Justiça chamado Calvário, onde crucificado e morto fique o corpo na Cruz, como espetáculo para todos os malvados; e que sobre a Cruz seja colocado o título em três idiomas, e em todos três (Hebraico, Grego e Latim) diga: IESUS NAZAR. REX IUDAEORUM. Da mesma maneira, ordenamos que ninguém de qualquer estado ou qualificação se atreva temerariamente a impedir tal Justiça por mim ordenada, administrada e executada com todo o rigor segundo os decretos e Leis Romanas e Hebréias, sob pena de rebelião ao Imperador Romano. Testemunhos da Sentença: pelas 12 tribos de Israel, Rabain Daniel, Rabain seg.12, Joanin Bonicar, Barbasu, Sabi Potuculam. Pelos Fariseus, Búlio, Simeão, Ronol, Rabani, Mondagul, Boncurfosu. “Pelo Sumo Sacerdócio, Rabban, Nidos, Boncasado, Notarios desta publicação; pelos Hebreus, Nitanbarta; pelo julgamento, e pelo Presidente de Roma Lúcio Sextilio, Amásio Chlio.”
                                                                    §
                 Jesus Cristo foi condenado e crucificado, na cruz selando o acordo que havia feito com o PAI: “ESTA TUDO CONSUMADO EM TUAS MÃOS  EU ENTREGO O MEU ESPÍRITO”.                                                                      
                   O que viera destinado fazer fora realizado, estava tudo consumado, sua missão estava cumprida.
Paulo descreve aqui o maravilhoso dia, em que Cristo só, será exaltado e adorado. Então, compartilharemos daquela experiência, de que nos fala Hebreus 12:22 e 123.
“Mas, chegastes ao Monte de Sião, à cidade de DEUS vivo, e à assembleia geral, e igreja dos primogênitos, que estão exarados nos Céus, e a Deus, o Juiz de todos”.              
                                       *
 O Cristianismo...               
                   Depois de sua morte, e sua ressurreição sua doutrina espalhou-se rapidamente pelo Império Romano.
                 Restava então a proliferação da semente plantada e que seria continuada pelos seus apóstolos ao qual Paulo de Tarso se juntou.
                 Pedro foi considerado o primeiro representante Papal da igreja católica romana, na sequência alguns, dentre muitos, papas eleitos se destinaram exclusivamente para fins de enriquecimento material o que provocou grande distorção da palavra de Deus, e muitos outros caminhos escusos foram seguidos, inclusive perseguições e morte. 
                 Foi uma era profana agravada por muitos ilícitos e crimes marcando virtualmente até os nossos dias a carreira do papado que se tornou num Estado independente e milionário completamente antagônico ao fim a que se destinava. Em decorrência destas anomalias aproveitando-se dos caminhos cursados por igrejas Católicas, algumas dissidentes inclusive a Espanhola e a Romana, somados a ganância papal deu-se vazão a um tenebroso período provocando a explosão e a ascensão da expansão islâmica e sua ramificação anticristã. Anos depois, na sequência, nasceram os Protestantes liderados pelo padre Martinho Lutero que discordava totalmente do comportamento da Igreja Católica Apostólica Romana e assim se instalaram milhares de Igrejas Pentecostais que se espalharam pelo mundo todo e hoje também estão a preocupar o Senhor do Universo pelos abusos e ambição de muito de seus pretensos pastores que estão a negociar o nome de Deus e de seu Filho Jesus segregando aos mais humildes seus parcos possuídos lhes tomando até o ultimo quinhão, mas o Senhor Deus os avisa que é chegado o dia em que terão de prestar contas os que se dizem pastores de ovelhas e traem os mínimos princípios de ética, amor e humildade em troca de enriquecimento não haverá perdão. No inicio era apenas Cristo contra cinquenta milhões que não o aceitavam, hoje somos (no mesmo raciocino) quarenta e cinco milhões de cristãos sem agredir uma alma sequer.  Chegaremos ao ápice conquistando os perdidos pregando o amor e a caridade.
                   A igreja de Cristo se dividiu em muitas parcelas a que Paulo exaltou aos Corinthians “Por acaso foi Cristo dividido por vos? Ou fostes vos divididos por Cristo?”.
                  Um dos principais pregadores foi Paulo de Tarso que se converteu ao cristianismo.
                  A nova religião ganhou adeptos entre as pessoas mais humildes, mas com a crise do império, espalhou-se, porque era uma nova esperança para muitas pessoas. Os fieis de cada comunidade nas suas igrejas as escondidas se reuniam para a celebração dos cultos. Os cristãos foram muitos perseguidos, pelo Estado romano, porque se negavam a aceitar os deuses oficiais, além disso o cristianismo pregava a igualdade entre os homens, atraindo as camadas mais humildes da sociedade romana.
                 Apesar das crueldades a que foram submetidos sendo jogados às feras, crucificados e queimados vivos, os cristãos passaram a se reunir em lugares ocultos e nas catacumbas.
                  Em 313, Constantino assinou o Edito de Milão permitindo a liberdade de culto aos cristãos.                                   
                 No final do século IV, o Imperador Teodósio converteu o cristianismo em religião oficial do império romano, mas após a queda do império seu poder aumentou com a conversão dos povos bárbaros e durante o feudalismo foi a única instituição organizada que conseguiu manter unida toda a civilização europeia.
                 Mas Cristo veio para ficar e sua pregação e presença através do Espírito Santo protegerá a raça humana criada pelo Pai até o final dos tempos, basta ouvirmos as suas palavras e seguirmos o seu caminho, pois só ele tem a chave do REINO DO CÉU.           
                     *
 Capitulo 08°
*A conquista de Jerusalém...
  
A Mesquita da Cúpula Dourada o Pomo da discordia.
                        O Domo da Rocha

                      “Em 637 D.C. deu-se a conquista de Jerusalém pelos árabes muçulmanos, que em 685 D.C., deram início à construção da mesquita. “Em 691 D.C., era erigida a Cúpula do Rochedo que deu o nome depois à mesquita: O Domo da Rocha.
A Cúpula de Pedra da Mesquita de Jerusalém assume-se como o maior monumento do Islão situada perto do templo de Salomão, construído por iniciativa do califa Abd AL-Malic, da Primeira Dinastia muçulmana dos Omíadas, que descende de um companheiro do profeta Maomé. Esta mesquita foi iniciada como um santuário particular, de planta octogonal, constituído a partir de dois deambulatórios concêntricos, com uma cobertura feita por uma cúpula. O modelo desta planta deriva dos Martyria, os templos de planta centrada da arte paleo cristã. O afloramento rochoso sobre o qual se eleva a cúpula era venerado pelos judeus como o túmulo de Adão e estava associado ao lugar do sacrifício de Isaac, enquanto que para os muçulmanos é adorado como o local onde Maomé se elevou para a sua ascensão noturna aos céus.
                   O objetivo do califa que mandou erigir a mesquita era construir um monumento que superasse as igrejas cristãs e também a Caaba de Meca. A decoração, datada do século VII, subsiste em grande parte no seu interior, ornado por jogos de mármores coloridos e mosaicos de motivos vegetalistas.
                   Desde os idos de 130 D.C. a Palestina já era habitada por mulçumanos palestinos que estavam enraizados na Antiga Israel bíblica, mas perderam suas terras conquistadas há muito tempo por pressões dos países ricos denominados “Cristãos”. Como ninguém gosta de ter sua terra tomada injustamente, este foi o caso dos palestinos mulçumanos, os outros povos mulçumanos, sensibilizaram-se com o problema. Ai então os Judeus e os países “cristãos” passaram a sofrer retaliações. “Todos têm direito a vida, todos têm o direito de existir e todos têm o direito de defender suas terras ou sua casa. Outro assunto secreto que todos devem saber é que quando eles falam do Domo da Rocha, procuram desvincular a Mesquita do “Domo da Rocha” impedindo que os mulçumanos façam suas orações, por quê? As duas religiões reivindicam a posse das terras que atestam serem suas, pois “julgam que Deus a deu para o pai Abraão”, sendo que os judeus Israelenses não abrem mão da terra porque alegam que Isaque era filho legitimo, pois é fruto do casamento de Sara com Abraão e Ismael era filho da amante”. *
Caaba de Meca – a Pedra Preta.  (Segundo a crença geral, essa pedra havia sido trazida pelo anjo Gabriel e era originalmente branca mas tornou-se negra devido aos pecados dos homens).
As nações monoteístas.
As doze tribos de Abraão se transformaram em doze nações e acreditavam  terem sido eleitos prediletos de Deus, mas com o decorrer da longevidade de suas gerações, guerras, conquistas e aprisionados, aqui na terra por muitas vezes abandonaram ao Senhor Deus do Universo e passaram a adorar a Baal, prostituindo, praticando o pecado da concupiscência e da avareza e muitos destes se desviaram não aceitando a Jesus Cristo como o Messias enviado de Deus.
                   O Senhor já os castigou por muitas vezes, mas não atenderam aos preceitos divinos e continuaram irredutíveis nas suas atitudes trazendo ainda, dentro de si, as amarguras do deserto e os desatinos herdados de Ismael e ao se separarem do Espírito Santo perderam completamente a razão de vida, do amor, de humildade e de obediências se tornando carregadas pelo peso da usura que ainda se lhes é cultuada.                 
                   Os Judeus desde quando foram expulsos pelos romanos, (passagem esta conhecida como “Diáspora”) se espalharam pelo mundo e durante muitos séculos viveram em diferentes países, mas conseguiram manter a sua unidade cultural e isso se deve principalmente a religião que os une e ao instinto natural de preservação, afirmando-se que são os máximos expoentes em fabricação de peças artesanais de ouro, prata ou metal.  
                   1º Os Islâmicos cultuam a “Guerra Santa contra os povos considerados Infiéis que são os Judeus e os Cristãos Evangélicos, incluindo a Igreja Católica”.
                   2º Os Evangélicos cultuam o amor e o perdão e tem por slogan a grande promessa: “
                   3º Islâmicos consideram os Evangélicos e os Católicos como infiéis por cultuarem a Jesus Cristo tornando-se, como já mencionados, seus inimigos mortais por serem considerados “infiéis”.
                   4°-Surgiram então as REFORMAS
Reforma Luterana - Reforma Calvinista-Reforma Anglicana.
                   5º-A Reforma Luterana foi instituída por Martinho Lutero entre 1483-1546- nascido em Eisleben na Alemanha e deu origem ao “Protestantismo”. Pugnando por um sistema Cristão monoteísta mais transparente e obviamente totalmente isento de corrupções e do fanatismo financeiro e das “Loucuras Papais” termo usado pelo povo para definirem as atitudes violentas do catolicismo que deu origem a separação.
                   6º-A Reforma Calvinista foi instituída por João Calvino entre 1509 a 1564, natural de Noyon, na França que aderiu as ideia reformadora de Lutero, pugnava pelo monoteísmo e por uma maior obediência proibindo o jogo, o culto as imagens dos santos, as danças e o uso de roupas luxuosas e joias, e embora o lucro fosse censurado, a acumulação de riquezas e o lucro não eram imorais para a nova religião o que veio trazer uma enorme prosperidade econômica
                   7°-A Reforma Anglicana foi instruída por Henrique VIII rei a Inglaterra entre1509 a 1547 e teria a finalidade de colocar um freio nos avanços da Igreja Católica.

Capitulo 09
As Guerras religiosas.
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Preâmbulo...

                   Desde que O Criador colocou o homem sobre a face da terra e deu-lhe entendimento e liberdade total através do Livre Arbítrio começou-se uma revolução intestina entre os da mesma espécie, e esta se estendeu entre as nações nas modalidades de guerras violentas alcançando uma contingência alarmante envolvendo o mundo todo, sempre foram regidas por temas religiosos sob a égide de dignitários eclesiásticos que se lhes outorgava uma autoridade autocrática dentro de uma contenciosa perspectiva dogmática, tentando, assim, manter a rigidez do imutável outorgando a seus comandados todo tipo de atos violentos.
                   As disputas em forma de guerra individuais entre as hordas bárbaras se evoluíram causando grandes perdas onde bilhões de seres humanos já morreram entre os conflitantes, com a evolução seguiu-se a sofisticação cientifica eletrônica dando vazão para a guerra nuclear, e aparatos portáteis ultramodernos de longo alcance e periculosidade, com atos de destruição em massa, assim ocorrerá no presente e, assim será até o dia final.
                   Retrocedamos no tempo para analisarmos algumas destas incursões  que se transformaram em contendas violentíssimas:
                  Vejamos...                       
Como já vimos os hebreus ocuparam os férteis vales do norte e as zonas montanhosas do sul, onde hoje é a Palestina (ou Canaã) então ocupada por duas tribos que foram mortas ou expulsas pelos hebreus.
Desta má interpretação de Abraão em “acreditar” ter ouvido a voz de Deus e usar o Seu Santo Nome para impor sua vontade própria, desde então, pelo seu primeiro filho Ismael nascido de uma escrava de nome Agar, a família de Abraão foi dividida.
A bíblia nos fala que Abraão era casado com Sara, um dia eles receberam uma promessa de Deus que eles iam ter um filho, os anos se passavam e Sara não engravidava (ela já tinha mais de 90 anos e Abraão 100). Sara então deu a Abraão sua serva Agar para que eles gerassem um filho. Com Agar, Abraão teve um primogênito que passou a chamar Ismael. Porém, depois disso Abraão e Sara finalmente conseguiram gerar um filho, no qual chamou Isaque (significa filho da promessa). Então Ismael e Isaque eram irmãos, filhos do mesmo pai e de mãe diferentes, sendo assim, Ismael (mais velho) debochavam do irmão caçula, Sara esposa de Abrão mandou que ele desse um jeito na situação, pois não havia como criar os dois juntos, o filho da esposa e o da amante. Abraão então mandou Agar para o deserto. Desde então Isaque e sua descendência eram de origem Hebraica e Ismael expulso com sua mãe foi para o deserto e habitaram entre os Árabes, mas o patriarca os recebeu de volta.
Este histórico episódio deu origem às nações árabes. (ou povo do deserto). Isaque o lado Hebraico que eram monoteístas a adoravam a um só Deus e Ismael o lado Mulçumano. Os conflitos que hoje vemos partem daí destas duas origens vieram de Abraão e pela bíblia o Vale do Canaã, ou Palestina foi dado por Deus a Abraão, mas já era habitada pelos povos de origem Arábica, portanto essas guerras no Oriente Médio são por causa da terra prometida ou Canaã, hoje Palestina onde em Jerusalém está assentada a mais importante mesquita mulçumana “Domo da Rocha” e os Israelenses impedem os mulçumanos de ali fazerem suas orações (ver figura e descrição). As duas religiões reivindicam a posse da terra, que julgam ser suas, pois o pai é Abraão. Nascendo daí as contendas entre os povos do oriente médio que cada vez mais se avolumam e se acirram espalhando Terror e mortes pelo  mundo numa fúria insana contra inocentes provocando verdadeiras chacinas não respeitando as crianças, idosos ou jovens como tem acontecido nos últimos tempos.             
                                       *
Rei David e suas guerras devastadoras .
                  
                   Rei David foi um dos maiores guerreiros da historia do médio império, vindo de Saul após um turbulento desentendimento que gerou uma guerra intestina,  hebreus sucumbiram sob a espada de Nabucodonosor,
                   Davi derrotou os moabitas. Ele os fez deitar-se no chão e mandou que os medissem com ­uma corda; os moabitas que ficavam dentro das duas primeiras medidas da corda eram mortos, mas os que ficavam dentro da terceira eram poupados. Assim, os moabitas ficaram sujeitos a Davi, pagando-lhe impostos.               
                  Além disso, Davi derrotou Hadadezer, filho de Reobe, rei de Zobá, quando Hadadezer tentava recuperar o controle na região do rio Eufrates. Davi se apossou de mil dos seus carros de guerra, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Ainda levou cem cavalos de carros de guerra e aleijou todos os outros.  Quando os arameus de Damasco vieram ajudar Hadadezer, rei de Zobá, Davi matou vinte e dois mil deles. Em seguida estabeleceu guarnições militares no reino dos arameus de Damasco, sujeitando-os a lhe pagarem impostos. Entendia-se que era o Senhor  Deus quem dava vitórias a Davi em todos os lugares aonde ia autorizando-o a matar seus inimigos. Davi também levou para Jerusalém os escudos de ouro usados pelos oficiais de Hadadezer. De Tebá e Berotai, cidades que pertenciam a Hadadezer, o rei Davi levou gran­de quantidade de bron­ze. O rei Davi consagrou esses utensílios ao Senhor, como fizera com a prata e com o ouro tomados de todas as nações que havia subjugado: Edom e Moabe, os amonitas e os filisteus, e Amaleque. Também consagrou os bens tomados de Hadadezer, filho de Reobe, rei de Zobá.
                    Davi ficou ainda mais famoso ao retornar da batalha em que matou dezoito mil edomitas no vale do Sal.
                    As batalhas de David,  arbitrariamente o nome de Deus como Senhor dos Exércitos, custaram as vidas de mais de milhões de seres humanos

                            *
A Inquisição e...
 As Guerras contra os Cátaros.
 O “glorioso século 12”, […] foi iniciado com a terrível Inquisição e a cruzada de 35 anos contra os cátaros (às vezes chamados de Albigenses).
                “A expressão “Inquisição” geralmente significava uma instituição especial eclesiástica para combater ou reprimir a heresia” (Enciclopédia Católica , viii, 26 p.) – “heresia” simplesmente significa “ter uma opinião diferente”.  A Inquisição tornou-se algo permanente dentro do cristianismo e, para justificar os princípios do tribunal, os papas introduziram este instrumento poderoso na forma de uma série adicional de documentos fictícios chamados  de  “Decretos forjados de Graciano”. As falsificações são reunidas em algumas das maiores imposições conhecidas para a humanidade, as mais bem sucedidas no seu domínio sobre as nações ignorantes.
                   Neste período da história cristã, centenas de milhares de pessoas foram massacradas pela Igreja e a mais bela metade da França foi destruída. Em 1182, o papa Lúcio III (1181-1185; d 1185) ganhou o controle do aparato oficial da Igreja, e em 1184 ele declarou que os cátaros eram hereges autorizando uma cruzada contra eles. A cruzada é uma guerra instigada pela Igreja para supostos fins religiosa, e foi autorizada por uma bula papal.
                   Papa Celestino III (1106-1198; papa 1191-1198) apoiou a decisão anterior do papa Lúcio III de aniquilar todos os Cátaros da face da Terra. Para fazer isso, logo no início do século 13, o Papa Inocêncio III (Lotario di Segni, 1161-1216; papa 1198-1216), “um dos maiores papas da Idade Média” (Enciclopédia Católica, viii, 13 p.), ordenou a Domingos de Gusmão (1170-1223) – que mais tarde foi feito santo pela igreja – a desenvolver uma tropa de seguidores impiedosos chamado de “o exército católico” (Enciclopédia Católica, v, p. 107), com uma força inicial de 200 mil soldados a pé e mais 20 mil cavaleiros montados a cavalo.
                “A população em geral os rotulava como “Cortadores de garganta”, mas São Domingos os considerava “Exército de Jesus Cristo” (ibid.), e mais tarde ele aumentou o exército adicionando mais de 100 mil soldados”. O escritor católico Bispo Delany (1227 dc) disse que a força de combate que a Igreja construiu era em 500 mil soldados contra um povo comum, populares desarmados e viram que, na prática, o sistema papal de religião era frívolo e falso.
                A cruzada contra os cátaros começou em 22 de julho de 1209, e foi uma demonstração cruel da Igreja Católica. Arnaud Amaury (falecido em 1225), o Abade de Cister, comandou as tropas que carregavam uma bandeira com uma cruz verde e uma espada, e os membros da nobreza francesa, incluindo o duque de Borgonha e o conde de Nevers, o acompanharam […] Com as instruções de Abade Amaury, a Igreja iniciou um dos massacres mais cruéis de seres humanos na história mundial.
O que se seguiu foi horrível. A cruzada começou em Béziers, e alguns cronistas dizem que todos os habitantes da cidade foram massacrados dentro de uma semana. Alguns estimam o número de mortos em 40 mil homens, mulheres e crianças. Diz-se que durante os primeiros dias, 6.000 ou 7.000 pessoas foram sistematicamente levadas para a Igreja de Santa Madalena e abatidas individualmente.
                 É notável que, até tempos recentes, tem havido poucos comentários sobre a extensão dos horrores da Igreja contra os cátaros. Com o crescente interesse em Catarismo nas últimas décadas, tem havido tentativas por parte dos católicos para minimizar a seriedade e a extensão dessa indignação e convenientemente rebaixar a magnitude da carnificina a irrelevância. Tais esforços para suprimir a verdade da história cristã, embora não totalmente bem sucedida, parece ter fortalecido a fé daqueles que querem a verdade. A maneira pela qual os escritores católicos tentam esconder mascarando essa indignação papal terrível é vergonhosa. O fato de que os papas realizaram esses assassinatos em nome de Cristo o que é especialmente lamentável para os cristãos. Se aceitarmos a desculpa da Igreja de que os cruzados eram homens com profundo sentimento religioso que começaram a reprimir um grupo de pessoas que não acreditavam no cristianismo professado formalmente, então estamos aceitando uma inverdade. O que é incontestável é que, quando o exército católico foi mobilizado, foi a mais terrível máquina de matar que a Europa já tinha visto. Oitenta e seis anos antes, em 1096, o Papa Urbano II (1042-1099; papa 1088-1099) sancionou a primeira das oito Cruzadas da Igreja que se estendeu no tempo, para um total de 19, e eles continuaram com estas cruzadas ininterruptamente durante 475 anos (1096-1571 ). Heresia, dizia a Igreja, era um golpe no rosto de Deus e era o dever de cada cristão matar os hereges. Antes disso, o Papa Gregório VII (1020-1085; papa 1073-1085) declarou oficialmente que “a matança de hereges não é assassinato” e decretou um direito legal da Igreja para seus militantes matar os nãos crentes no dogma cristão.
                  Até o século 19, os papas obrigaram monarcas cristãos a fazer da heresia um crime punível com a morte em seus códigos civis, mas não foi uma heresia que instigou a cruzada contra os cátaros. O objetivo era “conseguir (roubar) terras adicionais para o papado aumentando as suas receitas, e os papas se envolviam em brutalidades, ameaças e todo tipo de estratagemas para atingir seus objetivos” (A história de controvérsia religiosa, o Dr. Joseph McCabe, 1929, p. 40).Os cátaros eram pessoas pacíficas e piedosas, sendo escolhidos pela hierarquia cristã para serem destruídos totalmente. Achamos difícil hoje perceber o tumulto levantado pelo cristianismo e o ardor de campanhas amargas dos papas “contra os cátaros”, e mais tarde contra os descendentes de Frederico II e, em seguida, contra os Cavaleiros Templários.
                  A consequência do saque de Béziers foi impressionante e foi algo análogo aos efeitos do bombardeio atômico de Hiroshima na Segunda Guerra Mundial. Foi um horror de uma magnitude superior a qualquer coisa na memória do povo do Midi.  
                  Depois de Béziers, as tropas marcharam triunfantes para Carcassonne. Poderia justificadamente ter sido considerada como um prêmio que só poderia cair depois de meses ou anos de cerco, mas sucumbiu em menos de um mês após o saque de Béziers (A Grande Heresia, o Dr. Arthur Guirdham, Neville Spearman, Jersey, 1977). Europeus estremeceram quando ouviram que mais de 5.000 pessoas foram abatidos em Marmande em 26 de setembro de 1209, e Guillaume de Tudole registra uma descrição terrível de homens, mulheres e crianças sendo cortados em pedaços pelos Soldados de Jesus Cristo.
                  Que a suposta pregação de Cristo veio a ser a base de tal agressividade exuberante contra seres humanos é um assunto para reflexão. Os registros e literatura dos cátaros foram tão impiedosamente destruídos pela Igreja como foram os expoentes vivos da fé, e essa evidência é fornecido na Enciclopédia Católica (iii, pp 435-37) sob uma rubrica intitulada “esterilizado cátaros “.
                  Incapaz de alcançar constantes, esmagamento vitórias na batalha por causa de fortificações dos cátaros, os papas embarcaram em uma política oficial de destruição sistemática de suas fazendas, prédios, vinhas, campos de trigo e pomares. A devastação causada pelo exército católico foi imensa e a perda para a civilização é difícil de compreender. Historiadores estimam que mais de 500 cidades e vilas desapareça do mapa como resultado das depredações. Depois de três décadas e meia de brutalidade e crueldade, o desprezo da Europa se aprofundou quando a batalha final contra os cátaros teve lugar no seu reduto, o castelo Montségur em 1244.
                   Em tempos posteriores, a Igreja ingenuamente confessou que o motivo de sua carnificina sem precedentes e devastação dos cátaros era, “Sua riqueza e o desprezo dos Cátaros para com o clero católico, por causa da ignorância, escândalos e vida mundana deste”. (Enciclopédia Católica, i, p. 268).
               “A Inquisição”, “disse o bispo de Bruno de Segni, um escritor católico do século 16, foi inventada para roubar os ricos de suas posses pois o Papa e seus sacerdotes foram intoxicados com a sensualidade e desprezaram a Deus porque sua religião tinha sido afogada em um dilúvio de riqueza ” (A História dos Papas, McCabe, ibid.).Ao mesmo tempo, temos a reclamação do legado papal Elmeric, que disse que os papas perseguiram os Cátaros porque não havia “outros hereges mais ricos”.
                                                           *     
Um passado apócrifo.
                 Mas, na sequencia dos anos muita coisa estava reservada para a humanidade e a Igreja católica, afastada da Ortodoxa, tomou rumos inimagináveis e profanos, pois os papas sustentando uma fictícia autoridade implacável cometeram toda sorte de atrocidades contra inocentes, contra os incultos e os menos avisados.
                 Estabeleceu-se uma era de dor e injustiças. 
                 As cruzadas foram o espelho dos desatinos e de atos inconsequentes.
                                                 *
A igreja medieval e o Tribunal do Santo Ofício.                       

                   O Tribunal da Inquisição foi criado em 1231 pela Igreja Católica e tinha por objetivo prender, julgar e ditar punições, prender e até condenar a morte todos os que fossem considerados uma ameaça a ela inclusive eram frequentes a pratica de torturas para obter confissões julgando-os culpado para morrerem queimados em fogueiras nas praças publica como no caso de Joana Darc, frei Caneca e muitas outras centenas de pessoas foram sacrificadas a mando do Papa.

                   O papa Inocêncio III organizou varias milícias católicas que levaram a cabo guerras e lutas, como a contra os cátaros com matanças generalizadas não poupando nada que tivesse vida nem as crianças nem os velhos.
                                  *
O apostolo Pedro disse nos Evangelhos: “Tudo deixamos para seguir a Cristo apesar disso, os papas constroem seus patrimônios com terras, cidades e todo um reino”.
                                                    *
                   Durante anos, milhares de cristãos faziam  peregrinações a Jerusalém, na antiga Palestina, cidade por eles considerada sagrada, por ali ter vivido e morrido Jesus Cristo. As pessoas de mais posses tomavam embarcações nos portos das cidades italianas, e as mais pobres faziam o longo caminho a pé, enfrentando toda sorte de perigo. Essas peregrinações foram impedidas quando, em 1071, os turcos seldjúcidas, de religião mulçumana, tomaram a cidade de Jerusalém.
                   Em 1095, o imperador bizantino pediu auxilio ao Papa Urbano II para lutar contra os turcos e libertar Jerusalém. O Papa interessado em unificar a Igreja Católica e a Ortodoxa, prontamente atendeu ao pedido. No mesmo ano em Clermont, na França, o Papa convocou a Cristandade para que se unisse e combatessem os infiéis.
                   Era o inicio das cruzadas. Quase dois séculos de guerra estavam para começar.

As cruzadas e as milícias da igreja medieval.
                  A primeira cruzada foi a dos mendigos depois vieram as sete cruzadas que eram expedições militares, organizadas pelos Papas, que carregando o estandarte à frente das colunas com a cruz que indicaria as guerras Santas por eles proclamadas, eram normalmente comandadas por grandes lideres como: Luiz VII (rei da França), Frederico II, Ricardo Coração de Leão, que tinham como finalidade a luta contra os Turcos Seldjúcidas que atormentavam o Papa Inocêncio III pela tomada de Jerusalém, mas serviam a outros propósitos cujas finalidades eram aniquilar cidades inteiras e usurparem suas riquezas, pois os nobres tinham interesses nas Cruzadas que se lhes davam a oportunidade de instalarem novos feudos.  As Cruzadas prosseguiram por mais de 475 anos.
                 Era a lei dos poderosos aliados ao poder religioso e assim permaneceram por longos anos, mas o Senhor Deus sempre presente os vigiava e os castigava, pois a maioria delas fracassou ou foram aniquiladas por epidemias. 

As sete Cruzadas oficiais”.
                  
                            A* Cruzada dos Mendigos (1096) (não Oficial) foi massacrada pelos Turcos.                                             A1ª Cruzada (Dos Nobres)  1095-1099- Somente atingiu parcialmente seu objetivo.
                            A2ª  Cruzada (1147 -1149) comandada por Luiz VII Rei da França – na Azia Menor os cruzados receberam sucessivos fracassos.
                        A 3º Cruzada ou     Cruzada dos   Reis (1189-1192) teve como resultado somente um armistício o qual permitia aos Cristãos peregrinarem à Terra Santa.
                          A 4º Cruzada    _(1202-1204)    Depois   de muita luta colocaram Balduino de Flandres como imperador Bizantino mas antes saquearam a cidade.
                        A 5ª Cruzada (1217-1221) – Os cruzados    não      atingiram  seu objetivo, pois foram derrotados pelos mulçumanos.
      A6ª Cruzada (1228-1229) – Chefiada por Frederico II- Aceitou manter a mesquita de Omar e o culto mulçumano, mas receoso de perder o trono regressou a Europa.
       A 7ª e Ultima Cruzada (1248-1250)  Ocorreu por iniciativa do soberano  francês Luiz IX Uma epidemia matou centenas de cruzados, inclusive o rei falava-se em colera, mas os seticos acreditavam na "Peste Negra" que já havia começado a assolar  o continente.

                   Mas os povos alheios a estas anomalias desenvolveram em muito a agricultura com o uso dos pântanos e florestas em terras arrendadas aos senhores feudais.
                   Era a lei dos poderosos aliados ao poder religioso e assim permaneceram por longos anos, mas o Senhor Deus sempre presente os vigiava e os castigava, e muitos sofreram com o fracasso..                             
                   O comercio evoluiu com a venda dos produtos excedente do mercado e com isto muita pessoas passaram a viver do comercio e do artesanato.
                   Os papas continuaram suas conquistas ansiosas pelo metal amarelo e os Bispos se espalharam pelo mundo inteiro sempre no comando de uma guarda especial que carregando também como emblema um estandarte à frente das colunas com uma cruz gravada em uma bandeira dando a entender que vinham a serviço da Igreja Católica e assim dizimaram muitas nações, matando friamente milhares de homens mulheres, crianças e velhos, alegavam uma guerra santa e que Deus lhes ordenara e como Guerreiros de Cristo lhes tomavam o ouro e todos os seus pertences valiosos. A igreja católica espanhola era uma das mais audaciosas e fieis seguidoras do séquito Papal. Intencionavam os espanhóis a tomada de outras herdades especialmente indígenas ou nações conhecidamente mais ricas a exemplo da Nação Incas.
                                       *
O trucidamento da Nação Inca...

                  A nação do povo Inca no Peru estava inclusa na lista dos invasores da igreja católica espanhola.
                  A grande a nação Inca, no Peru, não foi exceção desta regra e o Bispo que comandava a milícia, chegando a uma pequena vila nos Andes convidou os Incas da cidade Machupichu, que viessem à praça daquela cidade na manhã seguinte para um encontro, mas exigiu que devessem estar desarmados e enganosamente manteve a soldadesca escondida dentro das casas que rodeavam a praça, quando a caravana chegou trazendo o seu Imperador em um andor carregado por diversos homens o bispo se apresentou ante a caravana dos Incas levando em sua mão uma Bíblia, o clérigo espanhol tentou impor a aquele Grande Chefe e a seu povo a lei católica e exigindo que se tornassem escravos de Espanha e se ajoelhasse ante ele o bispo, e lhe passou a o Livro a que o grande Chefe Inca respondeu: “que eles tinham seu próprio Deus que era o sol, a natureza e o vento e que não aceitaria, ele, um grande chefe, se ajoelhar perante um estrangeiro. E jogou a bíblia ao chão”, e, em ato seguinte o bispo levantando a mão esquerda fez um sinal deixando cair um lenço vermelho dando ordens ao ataque...
Machupichu – Peru – Andes – Cidade Inca
...a que saíram de dentro das casas onde estavam escondidas centenas de soldados que disparam suas armas contra os desprevenidos e desarmado povo Inca. Foi uma trucidação violenta, centenas de Incas morreram quando muito deles davam a vida para proteger o seu Imperador e na debandada total, muitos guerreiros morreram outros fugiram, mas o grande Chefe Ataualpa foi feito prisioneiro a que o Bispo exigiu resgate mostrando um cômodo em uma casa e que o Grande Imperador mandasse enchê-lo de peças de ouro caso contrario morreria, ao que o Líder dos Incas concordou, mas embora tenha enchido o cômodo com o cobiçado metal amarelo os espanhóis embriagados pelas riquezas exigiram mais uma remessa o que foi cumprido pela metade, pois se esgotaram tudo o que tinham, vendo que mais nada conseguiria o Bispo mandou matar o Imperador, mas antes tentou fazê-lo se humilhar, tendo o grande soberano se comportado com a altivez própria de sua raça, não conseguindo seu intento, foi ordenada pelo bispo a sua execução. O grande líder acabou morrendo executado em uma praça publica pelas sujas mãos da igreja católica de Espanha.  A igreja representada por um Bispo que mandou matar centenas de Incas para tomar-lhes suas riquezas e espoliar suas terras, nações sucumbiram ante o poder ambicioso e alvitrante daquela apostasia.                         
                     O Corão ou Alcorão.
                         O Livro Sagrado dos Muçulmanos.
             .
             Os princípios islâmicos estão contidos no Corão livro sagrados escrito por Maomé e seus discípulos e fundamentado nos ensinamentos do profeta:
*crença em um único deus, Alá, senhor da criação;
* crença nos profetas, sendo Maomé o último e o mais importante;
* crença na predestinação, isto é, todas as coisas que ocorrem são          
  determinadas por Alá, por isso os muçulmanos devem sempre   
  aceita-las com resignação;
* crença na imortalidade da alma e no juízo final.
Corão estabelece normas de conduta para a pessoa tornar-se um mulçumano perfeito. As mais importantes são:
*orar cinco vezes por dia, voltado para Meca;
*peregrinar a Meca ao menos uma vez na vida;
* dar esmolas e praticar a hospitalidade para   com os mulçumanos e os estrangeiros;
* jejuar do nascer do dia até o pôr-do-sol, durante o mês de Ramadã, nono mês do ano;
* combater em nome de Alá através da guerra santa, ou seja, combater os infiéis;
A religião mulçumana se espalhou por toda a Arábia o planalto iraniano e em torno atingindo oitenta e um países, entre estes: a Turquia, Mesopotâmia, Palestina, Greta, Fenícia, Pérsia, Grécia, Roma, Iêmen, Irã, Iraque, os Xiitas e os Sunitas, Afeganistão, Líbano, China, Índia sendo que a Indonésia abriga o maior numero de Islâmicos muçulmanos, mas paralelamente o Cristianismo esta crescendo e avançado cauteloso,  firme e é mansamente difundido nestes mesmos espaços.

                   Embora a unidade política islâmica tenha se fragmentado com a morte de Maomé a religião islâmica veio a sofrer varias ramificações entre os quais a dos sunitas e a dos xiitas. Atualmente a maioria dos seguidores do xiismo, encontra-se no Irã e no Iêmen e nas demais regiões do mundo predominam os seguidores do sunismo e ainda hoje persiste a influência mulçumana em países de diferentes regiões como no norte da África, Ásia, e o sudeste da Europa. A cultura mulçumana é vivenciada em muitos países do mundo atual, e é seguida por mais de um bilhão de pessoas.
A carnificina provocada pelos terroristas muçulmanos nascidos da verdadeira raíz da fé islâmica tem sido o maior problema enfrentado nos dias atuais pela religião mais praticada neste planeta. Milhões de pessoas ainda confundem o verdadeiro islamismo cultuado por Maomé que disseminava a paz, o respeito e o amor pelo próximo. A atual prática religiosa radical e perversa autoriza seus seguidores a matar inocentes e recebem no Corão a ordem de Deus para “eliminar todos os inimigos onde quer que estejam”.  Era este o tema usado por Osama Bin Laden.
                   O Corão diz: “Os Povos das escrituras” “os cristãos e judeus devem ser respeitados”, mas, ao contrario, são estes os principais alvos dos extremistas islâmicos.
                   Nestes últimos anos se tem noticias de ataques terroristas em vários países da Europa e nos Estados Unidos onde e quando morreram centenas de seres humanos que nada tinham a ver com estas contendas. Se a brutalidade contra outros seres humanos referenciados como “povos das escrituras” não são respeitados como  ensina o Livro sagrado, porque os mulçumanos islamitas continuam usando a religião para justificar suas incursões terroristas contra inocentes?

                                                           *
A Segunda Guerra Mundial.

O Holocausto...

A Segunda Guerra Mundial foi um conflito militar global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a maioria das nações do mundo — incluindo todas as grandes potências — organizadas em duas alianças militares opostas: os Aliados e o Eixo. Foi a guerra mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares mobilizados. Em estado de “guerra total", os principais envolvidos dedicaram toda sua capacidade econômica, industrial e científica a serviço dos esforços de guerra, deixando de lado a distinção entre recursos civis e militares. Marcado por um número significante de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 a mais de 70 mil.
Estima-se as baixas neste conflito mundial entre os paizes Aliados que eram: União Sovietica, os Estados Unidos da America do Norte, Reino Unido, Brasil  e outros paizes foram Civis 13 milhões e Soldados 7 milhões.
As baixas do Eixo - Alemanha, Imperio do Japão e Italia e outros paizesforam: Civis 45 milhõese Soldados 8 milhões.
Perfazendo um total de: 73 milhões de mortes.

            A Polonia advertiu Hitler sobre a perigosa ascenção dos judeus “Façam com eles ai na Alemanha o que fizemos aqui na Polonia e o Faraó fez com eles no Egito”.  Não há dúvida de que a semente do anti-semitismo germinou bem antes de os nazistas chegarem ao poder na Alemanha (na década de 30). No final do século XIX, já havia, na Europa, uma boa dose de preconceito. Preconceito por motivos econômicos - os judeus eram vistos como manipuladores das finanças no mundo - e religiosos - eram acusados de terem entregue Jesus Cristo aos romanos.
            Notadamente observa-se que os judeus ou todos da raça judaica foram alvo principal desta segunda grande guerra mundial. A religião de Abraão firmava-se na unicidade de Deus portanto eram monoteístas e eram uma raça de pouca cultura, mas  grandes artesões, porem a usura se lhes eram uma característica personificada que se somava a um espírito de sobrevivência e preservação invejável  cultivando o apartheid não misturavam as raças.
                   Alguns historiadores afirmam que essa pretensa supremacia perante os demais povos vem estribada, ainda, no Antigo Testamento (Torah). Segundo essa escritura, por eles mesmos elaborada e considerada sagrada, os judeus teriam sido escolhidos por Iahweh, seu Deus nacional, para imperarem sobre todas as nações do mundo. O Antigo Testamento e a História contemporânea confirmam os propósitos imperialistas dos judeus e o seu espírito pragmático expresso na fórmula “o ouro é o senhor do mundo; nós seremos os senhores do ouro”. Moisés, príncipe egípcio, retirou o bezerro de ouro do altar do povo hebreu, mas não conseguiu extirpá-lo da alma judia ao mesmo tempo. Nessa favorável e vantajosa posição, os judeus, tal qual os nazistas alemães, invadiram os países vizinhos, ocuparam o território invadido, negam-se a devolvê-lo aos seus legítimos donos, matavam civis desarmados e prisioneiros indefesos, justificando-se com o direito de conquista e de defesa do espaço vital...
                  As duas religiões básicas, (incluindo-se as Reformadas) todas eram  monoteístas, isto é, adoram a um só Deus: o Cristianismo a Iahweh ou Jeová ou Deus e tem Jesus Cristo como Escolhido o  (Profeta), e...Os Islamitas veneram a Alá ou Deus e tem Maomé como Profeta e não cultuam o Cristianismo e ainda aguardam a vinda do Messias e interpretam a vinda de Jesus como uma farsa.               
                   A usura característica típica dos Judeus, a avareza, deu origem a segunda guerra mundial, a exemplo do Egito os dirigentes europeus também  reconheceram o risco que corriam com a evolução anômala dos Judeus, a crise se iniciou na Polônia e Áustria obrigando aos dirigentes tomarem medidas drásticas e repreensíveis tendo a violência se espalhado por quase toda Europa obrigando a autoridade germânica a tomada de medidas cautelares e no final envolveu-se todo o mundo Cristão e Muçulmano, desde o planalto iraniano às gélidas paragens Tibetanas até aos trópicos Americanos, e neste paradoxal e apocalíptico movimento foram usados meios inconcebíveis e impraticáveis como explosões atômicas, medidas tomadas contra Hiroshima e Nagasaki, que resultou na rendição do Japão e seus aliados o “eixo” pondo fim a uma cruenta e sanguinária guerra em que todos saíram, perdendo, Não houve vencedores e sim só sacrificados e vencidos.                
                   Ambas as religiões não permitem a idolatria, os Judeus acreditavam que a vinda do Messias o enviado de Deus seria para salvá-los e os libertar do jugo romano a que Cristo afirmava que havia vindo para todos os povos carentes do amor de Deus, e não só para os Judeus e tal afirmação fez gerar o ódio nos corações de muitos de seus seguidores.
                 Os Judeus Cristãos, Católicos e Protestantes tem suas bases fundamentas na vinda do Messias e grande parte aceitou a Jesus Cristo como escolhido de Deus.
                   Destes choques ideológicos nasceram as diferenças religiosas que se seguiram ás diferenças políticas - sociais gerando grandes dissídios e guerras até a atualidade.
                   O Cristianismo foi adotado pela Igreja Católica Romana e era regida por seguidos “Papas” eleitos, e se estabeleceram em Roma onde fundaram o Estado do Vaticano considerado atualmente o estado mais rico do mundo, mas com advento do Luteranismo também se dividiu internamente criando as Igrejas Protestantes que se tornaram em Igrejas Evangélicas sobre centenas de denominações as principais e mais destacadas no Brasil são as Igrejas: Católicas, Pentecostais , Igreja Presbiteriana; Igreja Batista do Sétimo Dia; Presbiterianas e outras centenas completamente desligadas da Católica e são regidas por  “Pastores, Bispos Presbíteros”.

                                                                          §

“A Honra de ser CRISTÃO”

Mas a pluralidade destas instituições está a causar problemas éticos e econômicos à sociedade religiosa como veremos, a seguir, no texto publicado em (Gazeta do Vale do Araguaia - edição nº 1019 de 02 a 08 se abril de 2010).
(Autor: Melchiades Mota: Notável Pastor evangélico, escritor,  jornalista e conferencista). 

Vejamos...

“Não há diferença entre ser um otário assistindo o Big Brother Brasil na rede TV Globo ou um idiota vibrando com o Pânico na Rede TV e ir às missas católicas e nos cultos evangélicos”.
                   Esse é um trecho de opinião de um importante jornalista da “Folha de São Paulo” publicada recentemente. Poderíamos apenas considerar essa opinião como um fato isolado. Um ponto de vista inexpressivo e sem qualquer valor ou efeito. Entretanto, precisamos admitir que para muitas pessoas, mas para muitos mesmos è assim que se resume a religião:
                   “O Cristianismo tornou-se um entre tantos outros bens e serviços oferecidos pelo mercado alimentado pelo consumismo”.
                   A cultura pop do hip-pop fortaleceu-se com a massificação dos meios de comunicação que ampliou a sua influencia via globalização.
                   A indústria da informação e do lazer, que oferece um rápido e franco acesso ao conhecimento, por priorizar o faturamento, em detrimento da formação de caráter, nivelou a produção cultural por baixo.
                   A informação massificada dirigida a noventa por cento da população (índice dos lares com televisão) é apenas compreensível para entretenimento rápido se exigir qualidade ou reflexão. Facilmente produzida para assimilação instantânea, com emoções online, Express e soft (imediato rápido e leve).
                   Lamentável que as igrejas cristãs estão sendo afetadas por essa cultura de massa, em todo o mundo. Pastores e Padres abandonaram sua vocação de anunciadores das boas novas do Evangelho; assumiram lucrativos papeis de animadores de auditório e levantadores de fundos (nem sempre para fins definidos ou recomendáveis).
                   O Púlpito e a plataforma eucarística transformaram-se em meros palcos. As igrejas em simples plateias. O heavy gospel é a maior atração nos church-shows.
                   O Clero católico e evangélico esta arremedando a fama dos artistas. Com estilos de vida extravagantes e caros, inebriam as multidões que também almejam galgar a celebridade...
                   No mínimo dois terços de figuras eclesiástico usam a mídia, que deveria ser usada para evangelização, para sua autopromoção, visando projetos políticos.
                   E os que alcançam cargos públicos por meios eleitorais, a maioria busca vantagens próprias, desvirtua seus mandatos (que deveriam corresponder à confiança recebida), escandalizando suas famílias e especialmente as igrejas que os elegeram. 
Esse é o Cristianismo deixado por Jesus? É “sobre essa pedra que esta edificada a igreja”? outorgada ao apostolo São Pedro? È essa igreja em que as portas do inferno não prevalecerão sobre ela”? 
A igreja somente será sal, luz e fermento, quando caminhar na rota contraria das tendências desta geração consumista, imediatista, e seduzida pelas armadilhas e estratégias de poderes malignos que estão por traz da mídia e de outras influencias de destruição do caráter cristão... 
                   Acredito nas igrejas cristãs como instituições que redimem o homem, unem a família e contribuem com a cidadania de nossa tão abalada brasilidade.
                   Contudo o crescimento numérico das igrejas engana. Tem mais a ver com fenômenos sociais e interesses políticos e empresariais do que com uma legitima ação do Espírito Santo.

Precisamos aprofundar nossa espiritualidade em dias de tanta superficialidade. Desejarmos uma fé relacional contra tudo que parece mecânico e artificial.
                   Precisamos sair da água rasa e morna que apenas gratifica nosso ego e mergulhar profundamente na doutrina, na disciplina e na obediência à palavra de Deus.
Nossa fé deve ser inabalável como a rocha e não manobrada por estrelismo de lideranças fabricadas e nem instável como as configurações de nossos computadores e tampouco insignificante como nossos modernos e precários objetos descartáveis. 

Disse Jesus... “também te digo que és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela” (Evangelho de São Mateus 16.18.

“Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios... Antes tem o seu prazer na lei do Senhor... Será como a árvore plantada junto ao ribeiro das águas, dando frutos”...

 Pastor Melchiades Mota.
  
Capitulo 10°

OBRIGADO SENHOR...
Escrever este livro me parecia algo quase impossível e difícil dado a sua complexidade, seu início em 2005 se arrastou até 2018, treze anos de aprendizado, dedicação e modificações. Durante este trabalho eu sabia que o Senhor estava sempre ao meu lado, mesmo assim, muitas vezes, eu implorei a Sua ajuda meu Pai, e, em muitos momentos eu O senti me confortando  e instruindo, especialmente nas horas de indecisões afastando de mim o cansaço e o desanimo que tentavam me abater. Finalmente este  livro está pronto, não com meu único esforço, mas com o apoio Teu meu Pai, estou feliz por ter terminado esta Tua obra, foi um trabalho a dois. Espero Tê-lo servido condignamente.. Agora Meu Pai resta aguardar que seus filhos, venham a recebe-lo e  que seja bastante divulgado em todas as línguas e assim alertar as nações para voltar os olhos  e abrir os corações nele gravando as admoestações inseridas no   SEU pronunciamento e seguirem fielmente o caminho da Luz  que os levara ao Senhor DEUS único e Criador deste Universo – é a nossa única esperança – é a nossa  única salvação. Que Assim Seja.
  O autor: Wdgh        Fim

Busquemos ao CRIADOR, só Ele poderá salvar a humanidade e Invoquemos ao Senhor para que os filhos da herança estejam todos a salvos segundo a promessa.


 PERSPECTIVA  “NÃO   CONFIRMADA”   O 3° GRANDE IMPACTO.




















 “O terceiro grande impacto”, ou, o castigo que vem do Céu.
 “A descoberta feita no México em 2002, em um Centro Espacial da NASA, por astrofísico norte americano que o novo asteroide de prefixo 2002NT7 está em rumo direto de colisão com a terra a uma velocidade de 27,2 quilômetros por segundo e seu impacto será no dia 02 de fevereiro de 2019”. Não confirmada.

                                          §

Bibliografia

Todos os assuntos sobre astronomia: Autor: Philip L.  Knox...   Livro: Mundos maravilhosos.

Capa-autor Montagem própria..

Mosaico montado pelo paleantropólogo Donald Johansson
 (Livro escolar da 3ª serie) pg. 38.

“Os Cananeus e os filisteus
Fonte(http://terrornapalestina.home.sapo.pt/Hi)…www.fortunecity.com. Pgs. “62 a 69”.

*Depoimentos de dois muçulmanos- (fonte infopedia) pgs. 82/83.

Os Cátaros– Internet titulo: Pgs.  90 a 94.

A segunda guerra mundial- WIKIPÉDIA pgs. 103 a 105.

“(A honra de ser Cristão” ) (Gazeta do Vale do Araguaia - edição nº 1019 de 02 a 08 de abril de 2010).(Autor: Melchiades Mota –Notável  Pastor- escritor, brilhante jornalista e conferencista). Pgs.  106  a 108.

Outras fotos e desenhos têm como fontes a internet e livros escolares do segundo e terceiro grau e arquivo pessoal.

Autor: Wolfgang Dankmar Gunther .
Endereço: Av. Piraguassu n° 1415
Centro – Porto Alegre do Norte MT.
CEP 78.655.000 - Celular 66 984 07 11 93.
Data – 19 de maio de 2018– Porto Alegre do Norte MT.MT.


 Obrigado Pai...

Eu canto ao todo-poderoso Deus,
Que fez com que aparecesse os montes,
Que espalhou oceanos amplamente,
E construiu de vez os altos céus;

Eu canto a sabedoria que ordenou
                   Que o sol ao dia presidisse;
Que à Lua mandou também brilhar;
E às estrelas, que obedeçam a Sua voz;

Eu canto da bondade do Senhor,
Que encheu a terra de alimento,
E formou as criaturas, como quis.
E achou que tudo estava bem!

Senhor como expostas estão as tuas obras!
Por onde quer que dirija os olhos meus,
Quer contemple o chão que piso,
Ou olhe para os céus, no espaço em cima;

Não há planta, ou flor, aqui em baixo,
Que não revele as Tuas glórias, Deus!
E as nuvens se elevam; as tempestades surgem,
Por ordem do Teu trono, ó poderoso Pai!

As criaturas todas, por Ti vivem Senhor,
Os objetos são do Teu cuidado eterno.
Não há lugar algum, de esconderijo,
Onde Deus não esteja: Ele em toda partes está!*

Izaac Watts.





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